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sábado, 8 de outubro de 2011

Poema para a filiação de um tucaninho de merda

Sabadão. 
Jantar providenciado. 
O glorioso Coxa dá sova no Grêmio. 
Nada de muito novo sob os céus.
Desocupado.
Vou ao banheiro.
E obro.

POEMA DAS FILIAÇÕES

Quiospariu
Até 7 de outubro
Porteiras abertas
Mugidos e muita correria
Os deuses inexistentes
Abençoam as patifarias
Sorrisos sestrosos
Esquemas de Brasília
Sabedoria do planalto
Cu-de-boi tão completamente fedido
Responsabilidade, governabilidade
Modernidade, sustentabilidade
Flexibilidade ideológica
Gosma da conveniência pegajosa
Arranjos de poder
Poder para não mudar porra nenhuma
Arranjos para não mudar mais nada
Luzes que não alumiam
Luzes que escondem
Lixo reciclável
Lixo orgânico fedendo
Tucanos esvoaçantes
Tucanos cagando
Estrelas sendo cagadas
Merda sobre estrelas
Estrelas cheias de merda
Eis o candidato
Eis ele mesmo e sua ofensa
Nojo infinito

2 comentários:

  1. ó céus!

    eu aqui ainda sem entender, quem é o tucano enquestão?

    Zeus, Thor, Buda ou até Jesus, o filho do "cara," me ajudem a decifrar esta incógnita!

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