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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Ministro Eduardo Cardozo, não seja patético: devo lembrar a Vossa Subserviência que quem muito se curva o rabão aparece


Ministro da Justiça não economiza subserviência 

Por Breno Altman

O ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo, deu entrevista à TV Veja.

Pouco importa o conteúdo do que disse, pois relevante é a simbologia do fato.

Como é possível, a essa altura do campeonato, sem ferir a credibilidade do PT e do governo, um de seus principais integrantes ser cordial e afável com a revista que trata Dilma, Lula e outros dirigentes petistas como bandidos?

Como é possível a presidente decidir cancelar qualquer publicidade em Veja por seu caráter golpista, mas Cardozo conceder uma longa e sorridente entrevista?

Como é possível que o ministro se cale diante das arbitrariedades cometidas por setores da Polícia Federal para incriminar o seu partido, mas resolva prestigiar o veículo que mais convoca o atropelo da ordem constitucional?

Como é possível que a presidente convoque seus ministros para a batalha da comunicação e a atitude de Cardozo seja correr para os braços de uma revista criminosa?

Como é possível acreditar em qualquer compromisso do governo com a regulamentação dos meios de comunicação se o ministro da Justiça não perde a chance de se curvar diante dos monopólios?

Como é possível que Cardozo, cotado para o STF, vá apresentar credenciais para quem faz da pressão midiática sobre a corte seu instrumento de guerra contra a democracia e os direitos constitucionais?

Como é possível Cardozo ainda ser ministro da Justiça, se a única coisa que faz é cuidar de salvar a própria pele, bajulando os setores mais reacionários do país?

São perguntas que não podem calar.

Um comentário:

  1. São treze, não precisa ler todos.
    Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível? Como é possível?

    Se não de pé na bunda do Cardozim, tucaninho enrustido, B-H-O-D-E-U a foca da égua.

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