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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Comunicado urbi et orbi para a esquerda punheteira

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultraesquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - por mínima que seja - de restaurarmos o Brasil.

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultraesquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - por mínima que seja - de proteger os povos originários.

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultraesquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - mínima que seja - de proteger o povo LGBTQ+.

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultraesquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - por mínima que seja - de aprofundarmos a luta anti-racista.

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultra-esquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - por mínima que seja - de garantirmos os direitos dos quilombolas.

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultraesquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - por mínima que seja - de desfazer as tramoias do pré-sal e do esquartejamento da Petrobras.

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultraesquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - por mínima que seja - de reconstruir o Ibama, o ICMBIO e a Funai.

Ou vamos com Lula e o PT, seus merdas da ultraesquerda punheteira, ou escolhemos o retrocesso, o atraso, ou qualquer possibilidade - por mínima que seja - de defender o povo brasileiro.

Não que eu espere juízo de vocês, por óbvio, vez que são especialistas em esfolar seus diminutos pintinhos e clitóris em supostos e patéticos frenesis revolucionários: no máximo, e quando muito, melecam as mãos. 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Poema para quem matamos todos os dias

Era só um morador de rua
Era um gay qualquer ou nenhum
Um índio inútil
Um sem terra invasor
Uma mulher qualquer e nenhuma 
Que precisava saber-se submissa
Era um preto suspeito
Uma preta de cabelo ruim
Era algum que eu não via
Era um preso decapitado
Não era meu vizinho de condomínio
Não era aquele branquelo racista
Não era para que eu me preocupasse
E nós os matamos todos os dias