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terça-feira, 14 de setembro de 2010

No (meu) cangote

Ao fazer o inventário do dia descubro que entre meus actuais 10 seguidores estão os meus três filhos, minha mulher (ia dizer cônjuge, mas aí teria que fazer outro post para explicar que cônjuge não é xingamento) e sua filha, e minha ex-mulher.

Pois não se animem, meninos e meninas: ao contrário do que se comenta no Jekiti este blog é deficitário, está em decadência acelerada e, se eu continuar nesta vereda de crimes e sujeiras virtuais vocês todos acabarão dividindo, no máximo, o meu Auxílio-Reclusão e, ainda, terão que me providenciar almoço e jantar na cadeia.

De todo modo, talvez eu os leve até a comunidade do evangelho sextavado que vou fundar no próximo sábado e, à maneira do saudoso Jim Jones, os farei beber um copinho de suco de uva (ou vinho campo largo) com formicida. 

Enquanto isso, na condição de líder da comunidade, eu beberei um copão de gengibirra com  extrato de lei orgânica municipal e morrerei de forma fulminante, mas ainda darei umas estrebuchadas iguais a da tucanada diante das pesquisas e da coça prometida para três de outubro. 

É isso ou, se preferirem,  um interminável bando de auditores da Receita Federal cobrando de vocês meus impostos sonegados e/ou atrasados. 

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Mijando nos cantos: se comentar, não vomite.
Este blogueiro é um gato e, à maneira dos grandes felinos, mija nos limites para demarcar seu território. Pois saibam que O Ornitorrinco veio ao mundo para cumprir sua triste sina de blog sujo, meus amigos, pero, por supuesto y sin embargo, como nossa produção própria será volumosa, vá fazer sujeira em outra freguesia, raivoso comentarista: preconceitos de qualquer tipo, calúnias e postagens anônimas serão descartados no mesmo lixão usado pela Veja e pelo PIG. Se beber, não comente. Se comentar, não vomite.