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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Como diria o poeta, no meio do caminho havia um asno. Na verdade, há um asno no meio do caminho. Aliás, diz agora este intestinal blogueiro, sempre há um monte de asnos no meio do caminho, sendo um deles o Reginaldo Gouvea

O Blog do Reginaldo Gouvea deve ser visitado diariamente, desde que você não se arrisque a ficar atrás dele: pode ser muito perigoso, e mais não digo e nem esclareço

Lamento dizer e reafirmar, meu caro Reginaldo Gouvea, mas você é mesmo um completo e acabado asno.

Sim, eu sei que você não gosta muito do que estou a dizer mais uma vez e vai me processar, e que está a recolher provas, e que está a fazer cálculos sôfregos, mas vou dizer de novo, de modo que eu jamais possa dizer que estava a digitar “alho” e, por engano, dedilhei “asno”.

Repito e declaro em alto, claro e bom som, e assumo integralmente o que digo: você é um asno, meu rapaz, um completo asno, e deveria ter a grandeza pessoal de não tentar responsabilizar-me por sua triste sina e condição. Sua asnice não é, que as coisas todas fiquem claras, culpa deste pobre e lamentável escriba. Sua condição de asno é sua responsabilidade.

Você permanece lendo os textos e notícias e não entende coisa alguma, e as replica afirmando – você é um asno! – que a liberdade de imprensa e a própria blogosfera estão ameaçadas pela eleição da Dilma.

Pensei em pesquisar sobre as legislações que regulam a imprensa e os meios de comunicação na Europa e nos Estados Unidos, mas não tenho saco nem paciência para tentar dialogar – e perder tempo com um asno absoluto como você, até porque asnos absolutos não dialogam, não debatem, apenas zurram.

Desisto por duas razões: a primeira é que de fato e obviamente você e eu temos o direito de falar e escrever e reproduzir em nossos blogs o que quisermos, mesmo sendo asneiras de primeira grandeza, as suas e as minhas; a segunda razão é que eu e você temos igualmente o direito de considerar asneiras o que outros blogs produzem e dizer de forma clara e pública, como faço agora, eis aqui um sujeito agindo como um asno. Isso pode ter um preço, é claro. Faça você as contas, meu caro.  

Estou queimando pontes, meu caro, e não entenda isso literalmente: não me acuse de tentar botar fogo na ponte aí do Bairro Alto, que sei que você é perfeitamente capaz de entender isso – queimar pontes metaforicamente – como uma ameaça.  

Viajo neste domingo, logo após votar em Dilma, para Itanhandu, Minas Gerais, com o fim de cuidar por duas semanas do menino que me inaugurou como avô, o Hiago. Voltarei depois de 15 de novembro, de modo que você e seu advogado devem levar em conta isso tudo para as intimações e petições e solicitações e cousas e lousas.

Durma bem, amedrontado Reginaldo Gouvea. Isso, vote no patife do serra e faça uns duzentos sinais da cruz e cague-se de medo, cagão do rabo mole!

Para facilitar: moro na Rua João Leão, 324, ao lado da Casa de Passagem, no Batel.   

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