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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Numa próxima vida quero ser padre, gay, negro e nordestino. Faltou alguma coisa?

Imagem surrupiada do Maria da Penha Neles


Pois é. Nos Amigos do Jekiti, o Luiz Henrique inventou uma campanha pela minha beatificação e os carolas cagões aqui da cidade estão em polvorosa, alguns até querem acender umas fogueiras. Recomendo que vocês leiam a postagem e os comentários todos.


Resolvi mostrar o mais recente comentário obrado e minha resposta. Vejam o nível mental deste crente abostado.

Anônimo disse: Cekinel, pra pagar as porcarias que você fala, na próxima vida você vai ser padre aqui no reino. Ou então, é só escolher: fala tanto no produto perpassante pelos tubos anais, que vai ser é gay assumido, rodando a baiana em pleno espetáculo da banda.
(17 de maio de 2011, 23:58)

Paulo Roberto Cequinel disse: Melhor, meu caro, muito melhor. Na próxima vida quero ser padre, gay, negro e nordestino.
Minha batina será esvoaçantemente colorida e minha missa será arretada que só a porra, incluindo atabaques e agogôs de cultos africanos.
E todos dirão: lá vai o viado do padre Cequinel, porque não me esconderei como você faz, anônimo de merda.
A propósito: já que vive nas sombras o que você é ou faz nesta vida, anônimo cagão?
 
(18 de maio de 2011, 11:32)

3 comentários:

  1. Mau caro Cequinel,
    Me desculpe a brincadeira mas, não resisti!
    Eu acho que está faltando acrescentar uma coisa:
    "Ser filho de pai argentino !!!".
    Um abração,
    Maurício Porto.

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  2. Prezado Maurício, ser filho de pai argentino não é coisa que uma pobre criança indefesa possa evitar: quando ela percebe onde se meteu os acontecimentos, por assim dizer, já aconteceram, por supuesto y sin embargo, ó, cá estoy bajo la protección de la Virgen Botinuda y Lhena de Conversas Flácidas, ó´, es una mierda mi vida.

    O que você não imagina, meu caro, é que eu tenho um cunhado argentino, juro. Minha irmã Marilene é casada com um argentino, você acredita nisso, quando eu mesmo ainda me recuso a acreditar num troço destes?

    Devo acrescentar, enfáticamente, que numa próxima vida topo ser gay, padre, nordestino e negro, mas não quero ter um cunhado argentino, que isso já tenho agora.

    Juridicamente isso configura, penso eu, pena perpétua, coisa que não existe no Brasil.

    PS: Jorge Alberto Carrizo é gente muito fina, apesar da sua argentinice. Mas ele não tem culpa disso, quando deu pela coisa, abriu os olhos e chorou: mas jo queria nascer en Brasil, puerra, e buáááááá!

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  3. Meu caro Paulo. depois de refletir durante um dia, admito: OK, VOCÊ VENCEU! Pai e mãe agente ama, mesmo sendo um pai argentino, a criança não sabe de nada ainda e acaba gostando da figura.
    Pensei... pensei e resolvi lançar um outro desafio, não sou repentista mas, sou filho de pernambucano, "di" Caruarú ! Então lá vai:" você, pode ser nordestino, filhos de nordestinos mas, sua esposa, pode ser nordestina, filha de pai nordestino e "MÃE ARGENTINA" !!! Já imaginou ter uma sogra argentina?! Tem erro não! É Separação ou Suicídio !!! Um abração, Maurício Porto.

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