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sexta-feira, 2 de março de 2012

Mais cor e espalhafato, maior o perigo. Há exceções, todavia

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Na natureza há uma regra de ouro: diante de um animal muito colorido e com extensões espalhafatosas, os demais se afastam porque as cores funcionam como alerta - saiam de perto, perigo, sou venenoso! Os sapos e o polvo das foto 1 a 3, por exemplo, quando acuados, liberam toxinas letais, que matam rapidamente.

Já os animais das fotos 4 a 8, da espécie catolicus romanus, sempre muito coloridos e espalhafatosos, vivem soltos e em permanente contato com seres humanos, e liberam de forma permanente quantidades controladas de uma das mais letais toxinas existentes, a da fé obtusa, que se acumula no cérebro, dissolvendo-o completamente.

Entretanto, estudos recentes mostram que está em curso o que o pesquisador P.R. Bequinel, da Universidade Ateísta e Abortiva de Antonina do Deus Me Livre, compara a uma "verdadeiro flagelo bíblico": crescem de forma anômala animais da espécie gafanhotus evangelicus (foto 9) que, embora de aparência discreta e sem extensões chamativas, são tão perigosos quanto os da espécie catolicus romanus, porque muito mais agressivos quando liberam a toxina letal da fé obtusa que, enquanto dissolve o cérebro também esvazia o bolso das pessoas afetadas pela praga.

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