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sábado, 2 de junho de 2012

Com o sol dando as caras, eis mais uma ode aos anônimos

Pois é, comentarista anônimo, veja como serão as coisas.

No dia do meu inevitável velório, alguém dirá "eis ali o o corpo fedido de Paulo Roberto Cequinel, sujeito totalmente esquizofrênico e horrrrrorrazzamente mal educado, um coisotão muito estupidamente estúpido e sem nenhuma educação, que ousou ter um blog horrrrrorrrozzo e jamais teve deus no coração, e irá pros quintos dos infernos".

E o féretro sairá em direção ao cemitério e haverá, creio, umas oito pessoas acompanhando, incluindo meus familiares. Meus despojos serão enterrados e não restarão insepultos fedendo no meio do passeio público.

Alguns desafetos explodirão fogos.

Já no seu velório, comentarista anônimo que proclama ter o bizarro direito de xingar-me sem identificar-se, os dois ou três presentes travarão o seguinte diálogo:

- Você sabe quem é?

- Não, não tenho a menor idéia, nunca ouvi falar.

- É, dizem que é mais um desses anônimos de merda.

O seu enterro acontecerá "na marra" algumas horas depois porque, como é próprio, a Vigilância Epidemiológica mandará dar sepultura para seu corpo que não poderá permanecer fedendo no meio da rua, empesteando a vida e este blog.

Você será sepultado na Ala dos Indigentes Morais e, na cidade, ninguém saberá do seu passamento.
 
A vida é dura, cagão!

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