Perceberam a semelhança com nossa música regional,
ou eu é que estou viajando?
De todo modo, valeu minha viagem. Em galego.
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Copiei de bem invitados
«Tempestades de sal»
de Sés
Nesta terra que fai testamento,
que acolle os lamentos e anima a olvidar,
infectada de sangue usureiro,
caciques modernos, mecenas do mal.
Vivo dentro dun monte de area
tinguido de brea que non limpa o mar,
coa esperanza de tomar alento
para ver o momento de nos libertar.
Mais aínda seguimos aquí
a aturar tempestades de sal,
resistindo a violencia de mans
desas serpes e cans que nos queren calar.
Compañeiras nos soños do Edén,
unha illa no medio do mar,
que iluminan o loito máis negro,
que esquece o desterro e o medo a loitar.
Cando as marcas se gravan a ferro
e a dor e a xenreira non deixan sorrir,
as penurias van alén da fame
falta a identidade que axuda a vivir.
Só se calma o ruído da raiba
coa forza que queima na gorxa ao berrar:
queremos curar a fendedura,
olvidar a tristura e voltar comezar.
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Este blogueiro é um gato e, à maneira dos grandes felinos, mija nos limites para demarcar seu território. Pois saibam que O Ornitorrinco veio ao mundo para cumprir sua triste sina de blog sujo, meus amigos, pero, por supuesto y sin embargo, como nossa produção própria será volumosa, vá fazer sujeira em outra freguesia, raivoso comentarista: preconceitos de qualquer tipo, calúnias e postagens anônimas serão descartados no mesmo lixão usado pela Veja e pelo PIG. Se beber, não comente. Se comentar, não vomite.