Estava ali, na Beira do Caminho, e eu colhi
Te entrego a Deus Curitiba
Cidade que sempre nos pariu
Pra dentro
Que sempre fez vista grossa
E um olhar sonolento
De todos tão iguais e todos
Separados cruelmente
Do olhar longe de
E a resposta gemendo em silêncio
Não fale com estranhos
Mas por favor
não se assuste no espelho
Acho que já faz tempo que o outro
Não te consegue mostrar você mesmo
Aqui aprendo a morrer e peço
Não me mostre vida em polvorosa
Porque eu verso sobre ficar na minha
Só pra não sair de moda.
Julio Urrutiaga Almada In De Olho: Embriagado
Te entrego a Deus Curitiba
Cidade que sempre nos pariu
Pra dentro
Que sempre fez vista grossa
E um olhar sonolento
De todos tão iguais e todos
Separados cruelmente
Do olhar longe de
E a resposta gemendo em silêncio
Não fale com estranhos
Mas por favor
não se assuste no espelho
Acho que já faz tempo que o outro
Não te consegue mostrar você mesmo
Aqui aprendo a morrer e peço
Não me mostre vida em polvorosa
Porque eu verso sobre ficar na minha
Só pra não sair de moda.
Julio Urrutiaga Almada In De Olho: Embriagado
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Mijando nos cantos: se comentar, não vomite.
Este blogueiro é um gato e, à maneira dos grandes felinos, mija nos limites para demarcar seu território. Pois saibam que O Ornitorrinco veio ao mundo para cumprir sua triste sina de blog sujo, meus amigos, pero, por supuesto y sin embargo, como nossa produção própria será volumosa, vá fazer sujeira em outra freguesia, raivoso comentarista: preconceitos de qualquer tipo, calúnias e postagens anônimas serão descartados no mesmo lixão usado pela Veja e pelo PIG. Se beber, não comente. Se comentar, não vomite.