Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Não vejo não existe.
Não existe não vejo.
Os presos não existem, eu não os vejo.
As presas não existem, eu não as vejo.
Nunca vi essa gente.
Não quero ver essa gente.
Essa gente não existe.
Eu odeio essa gente.
O que faço com a cabeça decepada?
O que faço com meu ódio?
O que faço com meu medo?
O que faço com minhas conveniências?
O que faço se prefiro jamais saber deles?
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Mijando nos cantos: se comentar, não vomite.
Este blogueiro é um gato e, à maneira dos grandes felinos, mija nos limites para demarcar seu território. Pois saibam que O Ornitorrinco veio ao mundo para cumprir sua triste sina de blog sujo, meus amigos, pero, por supuesto y sin embargo, como nossa produção própria será volumosa, vá fazer sujeira em outra freguesia, raivoso comentarista: preconceitos de qualquer tipo, calúnias e postagens anônimas serão descartados no mesmo lixão usado pela Veja e pelo PIG. Se beber, não comente. Se comentar, não vomite.