O Ministro Lewandowski, do STF, concedeu hoje habeas corpus preventivo que garante ao general pazuello (assim, em minúsculas, vez que o sujeito é um bostinha fardado), o direito de permanecer em silêncio ao ser interrogado pela CPI do Genocídio, o que vai acontecer no próximo dia 19.
Gosto desde sempre das decisões de Lewandowski, um sujeito íntegro, um juiz na completa acepção do termo, e creio que ele acertou mais uma vez, porque pazzuelo é, a meu exclusivo juízo, um criminoso que obedeceu ordens de bolsonaro, outro criminoso, e investigados e réus não podem ser obrigados a produzir provas contra si mesmos.
De modo que, meninos e meninas, pazuello cria o mais novo e fedorento tipo no topo da carreira militar: o General Cagão, cujas insígnias nos ombros são cinco rolos de papel higiênico de folha simples.
Não gosto de milicos, ex-aluno do colégio militar de curitiba que sou, mas aprecio ver jair bolsonaro, uma figura escrota, uma tenentezinho de merda, emporcalhar o exército brasileiro, com a anuência dos seus comandantes.
Ao fim e ao cabo, essa laia se merece.
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