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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Ateísmo, bacon, sexo e vinho fazem bem para a saúde

Você compraría uma casa invisível?
É mais ou menos isso o que penso em relação à sanha evangelizadora, aos programas católicos e evangélicos e suas demonstrações de fé insustentável e às suas evidentes picaretagens: se alguém tentasse me vender uma casa e eu não aceitasse, e se o sujeito voltasse no dia seguinte, eu ficaria muito puto dentro das calças, especialmente se a casa fosse invisível e se ele fosse incapaz de provar sua existencia.
É o que as religiões fazem, todos os dias: tentam vender um deus invisivel por ser, é óbvio, inexistente ou, dito de outra forma, tentam empurrar-nos casas e coisas que não existem ou, como dizem com desfaçatez compungida e voz suave, existem se nós decidirmos acreditar que existem.
E segue a vida, e tenho que aguentar a freira francesa evidentemente doida, que o Polacão Voador “curou”, afirmar que fala com ele, ainda que só de vez em quando. Não sei se o caso é de psiquiatria ou mesmo de policia, mas não para essa maluca devidamente protegida pelo interesse em "santificar" joão paulo II. É caso de policia, meus amigos, para a cúpula da igreja católica.