SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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sábado, 23 de abril de 2011

Invertendo o jogo: questionário para heterossexuais

Eu visito o Com Texto Livre todos os dias
E você, 'tá esperando convite especial?
 
O jornalista Renato Pompeu apresentou um questionário distribuído a alunos de 14 anos, no terceiro ano do secundário no Instituto Móstoles (Madri), e que fez parte do seminário "Preconceitos e Estereótipos – Inverter a Situação". As perguntas ajudam a ‘desnaturalizar’ o modelo heterossexual, que alguns equivocadamente supõem ser válido para todo ser humano. Esta suposição equivocada é a fonte da homofobia e da intolerância.
1. O que você pensa que causou a sua heterossexualidade?
2. Quando e como você decidiu que era heterossexual?
3. É possível que a heterossexualidade seja apenas uma fase que você possa superar?
4. É possível que a sua heterossexualidade derive de um medo neurótico em relação às pessoas do seu próprio sexo?
5. Se você nunca teve relações com uma pessoa do seu próprio sexo, não pode ser que o que você precisa é de um bom amante do seu próprio sexo? (...)
6. Por que você insiste em ostentar sua heterossexualidade? Por que você não pode ser simplesmente quem é e ficar numa boa? (...)
7. Parece haver muito poucos heterossexuais felizes. Foram desenvolvidas técnicas que podem ajudá-lo a mudar. Você já considerou a possibilidade de fazer terapia de reversão?
8. Considerando a ameaça que constituem a fome e a superpopulação, a raça humana poderia sobreviver se todos fossem heterossexuais como você?
Fonte: Caros amigos (maio de 2008)

sábado, 27 de novembro de 2010

7.000 acessos. É mole?

 Para entender este post vá aos 
Amigos do Jekiti 
(link na Mixórdia de Antonina), 
e  veja postagens e comentários 
que a concorrência anda produzindo.

Em Brasília, 19:00 horas.

Contabilizado, precisamente às 19:19 horas, o acesso de número 7.000, tratamos de identificar o autor da façanha para as homenagens, comemorações e fitas cortadas de praxe e daqueles discursos sacais de costume, presentes o prefeito de joelhos, o bispo de olhos vermelhos, o juiz da comarca, o delegado, o Angelo Vanhoni com uma emenda ao orçamento e o Presidente da Associação Brasileira dos Blogs Limpos e Cheirosos de Antonina garantindo que trabalha apenas com a realidade e é um usuário permanente do bom senso.com.br.

Sabemos seu nome e sua profissão. Trata-se de Luizoff Piovorov do Pilov Jekitoff do Rosário, afinador de churrasqueiras, prensas de garapa e de baterias Pinguim, um dos três melhores do mundo nestas especialidades.

Nasceu em Antoninagrado e, durante o terrível cerco tucano-serrista de setembro/outubro 2010, enquanto dedicava-se a fazer solos voluntários de bateria nos abrigos subterrâneos para alegrar o povo em estado de choque por conta dos ataques massivos das hordas do petismo abortivo, desenvolveu suas habilidades relacionadas ao ajuste fino e a afinação precisa de churrasqueiras e prensas de garapa, e produziu nos anos seguintes teses e farta literatura, inclusive, vejam vocês, na cadeia de blogs de sua propriedade, uma das maiores daquela bela, pacífica, ingênua, pura e besta cidade do litoral norte da Bolívia.

Luizoff Piovorov do Pilov Jekitoff do Rosário já foi baterista-chefe dos Xondas, dos Jondas, dos Gondas e dos Moleques Cor-de-Rosa, aqueles meninos que cantam aquelas porcarias de pagode e dançam todos no mesmo compasso, perninha pra cá, perninha prá lá, oh, meu coração está ‘sofrendão’ e coisas assim desumanas, meus amigos internautas, de modo que não pode escarafunchar assim o passado dos blogueiros que lhe fazem leal e honesta concorrência, porque, ora essa, pau que bate em Paulo bate em Luiz. 

Tentou ser, vejam só, baterista dos Fondas mas, quando o fodão deles, The Blue Eyes Henry percebeu que o rapazote estava arrastando asas para Jane, a Fonda Gostosa, acabou com aquela folia carnavalesca e botou o guri num vapor que o deixou no cais do Matarazzo em 1967, interrompendo sua promissora carreira internacional e impedindo que ele viesse a ser o baterista dos Yes Beatles. Enfim, coisas da vida.  

Hoje, se for chamado, faz frilas com os caras do sertanejo universitário e do sticky-gospel, e é consultor de renomadas empresas que projetam, constroem e afinam churrasqueiras e prensas de garapa, além da cadeia de 18 blogs que já citamos.

Entretanto, quando foi apanhado em flagrante no ato de ser o 7.000° maluco desavisado a acessar este blog, estranhamente tratou de negar tudo e, antes que pudéssemos fazer qualquer coisa, o indigitado se mandou, como vemos nas fotos.

Uma pena. Receberia uma medalha, um diploma, um saco com praticamente um quilo de balas de banana, uma foto autografada de nosso Real Presidente e um convite para ser nosso afinador-chefe de baterias de celular, de notebooks e de blogs de esquerda, do tipo II, quais sejam, os malvados, malévolos, maledicentes, malucos, moles, marrentos e municipais.
 
Ao fundo, Luizoff iniciando sua tresloucada fuga rumo a Morretes, the Promised Land of Barreado and the Great Drummers.


Luizoff se manda, célere, e nega ter sido o internauta de número 7.000. Temos as provas todas, o IP, o CPF, a CPMF, o diabo a quatro.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Nota de Esclarecimento

AVISO IMPORTANTE

O internauta mais distraído que chegou até O Ornitorrinco esperando encontrar cenas de devassidão, luxúria, sexo por telefone e detalhes sórdidos de reuniões da coordenação de campanha do patife do serra deverá, para entender essa porra toda, visitar o Blog Amigos do Jekiti (link na Mixórdia de Antonina) que, preocupado e aterrorizado com nosso crescimento avassalador, deu agora para lançar aleivosias, factóides, bolinhas de papel, guardanapos sujos e toalhinhas higiênicas contra nós. Uma vergonha, meu amigos, uma vergonha.  

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A bem da verdade, do serviço público e para cabal esclarecimento das torpes aleivosias publicadas pelos Blog Amigos do Jekiti, informo que:

1. Meu nome é, em verdade, Xaulööfson Robertovich Chequinovich do Rocioff e fui, o que muito me honrou, escolhido pela pela Alta Direcção Partidária para muitas missões de espionagem;

2. Entre os jovens espiões petistas abortivos daqueles tempos sombrios sempre fui um dos mais fanatizados ideologicamente, além de alto, loiro natural e o mais bonito, sendo o único com conhecimentos de música e de dança;

3. Nunca estive em qualquer missão de infiltração na Turma da Xuxa, tendo sido, em verdade, o Coordenador-Geral da Missão Permanente de Infiltração na Rede Globo de Televisão, uma das mais secretas intentadas pelo petismo abortivo, ateu e vegetariano;

4. Meus comandados estiveram infiltrados em diferentes sectores daquele organização, inclusive no programa da Xuxa, com a missão de controlar e manipular corações e mentes daquela petizada de modo a torná-los eleitores dos candidatos do PT, o que sem dúvida conseguimos  plenamente nas eleições havidas a partir de 2002, conforme nosso planeamento estratégico previa;

5. A mim coube a execução da honrosa missão de infiltrar-me e promover sutis adulterações nas edições do Jornal Nacional, o que aconteceu durante quase 5 anos, quando desempenhei o papel de Cid Moreira com tal perfeição que, até hoje, ninguém ainda sabia;

6. É verdade que participei de acções armadas e de propaganda, consistentes em, no meu caso, assaltar trens pagadores, especialidade que desenvolvi em treinamentos secretos em Cuba. Nas mais de duas dezenas de operações de desapropriação de fundos estive disfarçado de Vereador da Base de Apoio de Qualquer Governo, e nunca fui descoberto. Assim, é completamente mentirosa a afirmação que, fantasiado de Inca Venusiano, eu tenha alguma vez assaltado qualquer banco;

7. Não participei, por razões que não posso ainda revelar, da missão de transformar o Pintainho Amarelinho do Gugu num subversivo pênis marxista-leninista vermelho. Esta missão foi abortada quando a Alta Direcção Partidária percebeu que o tal Pintainho Amarelinho do Gugu, no máximo, tornar-se-ia um pauzinho broxa social-democrata liberal, degenerado, privatista e reformista;  

8. É rematada aleivosia a afirmação de que nossos espiões na turma do Chaves pensaram estar infiltrados no Exército Bolivariano de Hugo Chavez, até porque, foram duas missões distintas, com objetivos tácticos e estratégicos completamente diferentes e, saibam, amplamente exitosas;

9. Permaneço orgulhosamente a serviço dos chamados porões do Partido, agora morando em pequena cidade do litoral do Acre, perfeitamente encoberto por identidade, profissão e história que me tornam um sujeito amplamente aceito pela comunidade e pela melhor sociedade e, fiel às diretrizes terroristas do petismo búlgaro-abortivo, tornei-me secretamente um especialista na fabricação e operação de artefactos químicos emissores de odores fétidos em ambientes restritos, tais como elevadores, banheiros de avião e carros populares que nosso Guia Genial, à custa de crédito fácil, tornou acessíveis aos cidadãos em geral;   

10. Tenho realmente um ornitorrinco paquistanês que foi deixado por desconhecidos no portão da minha casa, tendo o animalzinho recebido os cuidados necessários e, hoje, com efeito, causa algum desconforto em certos ambientes da blogosfera limpa, cristã, ocidental e eivada de bom senso;

11. As afirmações de que ”o peido do Xequinel provoca maremoto”, e que eu era conhecido como “paquitânes”, “Ilari-ilari-iê vermelhinho” e “tchutchuquinho vermelhinho” levarão os autores às barras dos tribunais, sejam eles amigos, colegas, conhecidos, parentes, da turma, da galera ou da tribo do jekiti ou do raio-que-os-parta, de modo que minha imagem pública duramente construída, de homem de esquerda completamente fanatizado, de pensador intestinal e de sujeito intragável seja completamente restaurada.
Antonina do Meio, 23 de novembro de 2010.    
Xaulööfson Robertovich Chequinovich do Rocioff