É tão lindinha a nossa querida, santa, hipócrita, letal e genocida igreja católica, não é mesmo?
Essa tropa de padres e bispos com suas caras roupas cheias de rendas e de ouros, em tempos mais remotos, para citar exemplos, enquanto na Europa torturava e queimava hereges e bruxas, no Novo Mundo abençoava as tropas espanholas em sua faina dizimadora das civilizações maia, asteca e inca e, ao considerar que os negros eram "quase, mas não inteiramente humanos", justificaram, em nome de deus, é claro, a escravidão.
No século passado, sempre de mãos postas e com voz suavemente modulada, jamais duvidaram das virtudes de santas alianças com Hitler, com Mussolini, com Salazar e com Franco ou, já um pouco mais tarde, com os generais argentinos e com Pinochet.
Essa tropa perigosa de homens total e irrevogavelmente machistas, sexistas, misóginos e LGBTT-fóbicos é a mesma que hoje, pleno século 21, proibe o uso de camisinhas e veta a realização de pesquisas com células tronco, excomunga uma menina de 9 anos (!) que abortou depois de ter sido violentada pelo próprio pai, e considera que os gays ameaçam o futuro da própria humanidade.
Em que pese homens e mulheres admiráveis como Paulo Evaristo Arns, Helder Câmara, Pedro Casaldáliga, Frei Beto, Madre Maurina Borges da Silveira, e centenas de padres, freiras e leigos que sempre estiveram ao lado do povo, duvido que um dia esta instituição apodrecida possa pagar sua imensa dívida para com a espécie humana.
Este vídeo tem textos muito longos, tenha um pouco de paciência.
Para ler, não tem jeito, tem que pausar.
