SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
Mostrando postagens com marcador o pastor marcos feliciano é homofóbico e racista. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 11 de março de 2013

O pensamento vivo de Vossa Excrescência Marco Feliciano, trambiqueiro da fé, sinistro deputadão federal e notório pastor racista e LGBTT-fóbico. Haja papel higiênico em cristo, meus amigos

O Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco, ao cumprimentar os  descerebrados presentes nesta cavernosa quermesse em louvor de Sua Excrescência Marco Feliciano pergunta: a indústria dará conta da demanda por papel higiênico para limpar tanta merda religiosa, tanto preconceito, tanto ódio, tanta ignorância?
Haverá algum limite para este boçal?
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Copiei as imagens daqui

Obrada fedida nº 1 
(the yellow holly shit of god)Tuíte polêmico de Marco Feliciano sobre gays
Obrada fedida nº 2
(the blue holly shit of god)
Tweet polêmico do pastor Marco Feliciano 

Obrada fedida nº 3
(the green holly shit of god)
Tweet polêmico do pastor Marco Feliciano 

Obrada fedida nº 4
(the red holly shit of god)
Tweet polêmico do pastor Marco Feliciano

Obrada fedida nº 5
(the purple holly shit of god)
Tweet polêmico do pastor Marco Feliciano 

Obrada fedida nº 6
(the fucking holly shit of god)
(well, god is a son of a bitch)
Tweet polêmico do pastor Marco Feliciano  

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Mais uma filhadaputice de Marco Feliciano, pastor e patifão federal

Copiei de 247
Num discurso proferido durante congresso de "Gideões Missionários", Marco Feliciano se referiu à AIDS como "câncer gay" e responsabilizou os homossexuais pela doença
Mais uma vez, o deputado e pastor Marco Feliciano faz alarde de sua desonestidade intelectual e injuria os homossexuais, alvos permanentes de sua doentia obsessão. Num discurso proferido durante congresso de "Gideões Missionários", Feliciano se referiu à AIDS como "câncer gay" e responsabilizou os homossexuais pela doença, mostrando o nível de ódio que o discurso dos fundamentalistas religiosos vem atingindo e o perigo que eles podem representar para a nossa democracia se os poderes públicos (executivo, legislativo e judiciário) não tomarem as devidas providências.
Como um psicótico em surto, com direito a lágrimas em momentos estratégicos e trilha sonora caótica que evoca urgência e dramaticidade (preciso dizer que esse discurso teatral para plateia ingênua constitui em má-fé?), o discurso de Feliciano seria de apavorar qualquer pessoa que não seja de coragem. Com seu proselitismo hipócrita, ele tem, como única missão — em seu discurso assim como na Câmara dos Deputados — atacar as religiões minoritárias e a cidadania de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Com um discurso fundamentalista e fascista, que se alimenta (quanta desonestidade!) do analfabetismo e do desamparo dos corações e mentes de pessoas com menos acesso a informações, Marco Feliciano ignora a ciência moderna ao se referir à AIDS, reproduzindo todos os preconceitos e besteiras anticientíficas já usadas no passado, sem se responsabilizar com o retrocesso que isso representa e com os estigmas que isso produz.
Falando como "profeta" (quem foi mesmo que lhe deu os poderes da profecia?), o deputado-pastor contribui também para a possível infecção de pessoas menos instruídas que ouvem um absurdo como esse e se acham imunes a uma doença, que já foi cientificamente provada como sendo possível de atingir todas e todos, independente de sua cor, gênero, credo, religião, orientação sexual, nível social ou educação. Ao dizer que é uma doença de homossexuais, ele empurra milhares de pessoas heterossexuais à falta de cuidados e prevenção, cometendo um grave crime contra a saúde pública!
Vejam a irresponsabilidade do parlamentar ao suprimir informações, como o fato de que, desde o surgimento da AIDS na década de 80, o perfil dos infectados se modificou drasticamente, há muito tempo deixando de ser uma doença restrita aos LGBTs e passando a atingir cada vez mais jovens, mulheres e idosos heterossexuais. As mulheres respondem por 48% das novas infecções e os jovens com idades variando entre 15 e 24 anos, por 42%. Somente entre 2000 e 2010, o percentual de pessoas com mais de 60 anos infectadas, subiu 150%. Estes são dados oficiais divulgados em levantamento do programa da Organização das Nações Unidas para HIV/Aids (UNAIDS) em julho deste ano.
A fala de Feliciano se aproveita do desconhecimento de muitas pessoas sobre esses dados estatísticos. Ele divulga falsidades e mentiras propositadamente, para cumprir seus perversos objetivos políticos: estigmatizar e ofender as pessoas homossexuais, escolhidas como "o inimigo" pela sua prédica de ódio.
Por outro lado, todos nós sabemos que o diagnóstico de soropositividade para o HIV representa, socialmente, muito mais do que a ameaça de uma doença crônica — ele afeta drasticamente a identidade da pessoa doente como consequência do estigma que ainda existe em nossa sociedade. Ter a doença significa lidar com questões sociais complexas que podem trazer mais prejuízos que a própria doença. Portanto, um político (e um líder religioso) deve usar sua fala com responsabilidade, visando ajudar a vencer os preconceitos e assim melhorar a informação e o conhecimento da população e, ao mesmo tempo, a qualidade de vida das pessoas que vivem com HIV. Marco Feliciano faz exatamente o contrário.
Jean Wyllys é deputado federal pelo PSOL/RJ. Seu perfil no Twitter é @jeanwyllys_real

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Quer saber o que eu penso deste pastor e deputado filho-da-puta? Veja aqui, aqui e aqui.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Há quem tenha deus no coração; eu, nos meus melhores momentos, tenho é colesterol

Vi no Facebook de Luciano Cequinel

 

De um lado, um patifão federal, mas homem que tem deus no coração. 
De outro, uma mulher que, não bastasse ser mulher, sequer tem o deus phodão no coração.
Eu nunca me permiti ser tangido feito boi babão e, por óbvias razões, não posso prestar respeito a nenhuma religião que produza pulhas como este pastorzão LGBTT-fóbico e racista.
Vocês aí façam suas escolhas e, como é apropriado, visitem regularmente o dentista.
E o cardiologista, meus caros: o deus phodão de vocês não resolve nem unha encravada.