Copiei de Walter Silva
(O título acima é de minha lavra, não cabendo ao genial Walter qualquer responsabilidade)
Uma página cristã de discurso de ódio chamada de "Orgulho Hétero" nos EUA escreveu:
"O 'casamento' do mesmo sexo não é casamento, é um exercício de futilidade.
Na melhor das hipóteses, uma união do mesmo sexo pode produzir apenas entretenimento, pois não há crianças em um casamento do mesmo sexo".
Bom se o casamento é sobre reprodução, vamos chamar de casamento o negócio da pecuária então.
Se o amor de uma pessoa pela outra é somente "futilidade", melhor jogar fora os fundamentos da própria fé cristã, onde se aprende que:
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria."
"O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá".
(I Coríntios 13).
É triste a ignorância.
Para quem a medida de todas as coisas deveria ser o amor, esses cristãos fundamentalistas envergonham o casamento, rebaixando-o à perpetuação da espécie (uma coisa instintiva, raramente planejada e que resulta em milhares de órfãos abandonados no mundo todo).
Que gente podre e ignóbil.
(O título acima é de minha lavra, não cabendo ao genial Walter qualquer responsabilidade)
Uma página cristã de discurso de ódio chamada de "Orgulho Hétero" nos EUA escreveu:
"O 'casamento' do mesmo sexo não é casamento, é um exercício de futilidade.
Na melhor das hipóteses, uma união do mesmo sexo pode produzir apenas entretenimento, pois não há crianças em um casamento do mesmo sexo".
Bom se o casamento é sobre reprodução, vamos chamar de casamento o negócio da pecuária então.
Se o amor de uma pessoa pela outra é somente "futilidade", melhor jogar fora os fundamentos da própria fé cristã, onde se aprende que:
"Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.
E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria."
"O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá".
(I Coríntios 13).
É triste a ignorância.
Para quem a medida de todas as coisas deveria ser o amor, esses cristãos fundamentalistas envergonham o casamento, rebaixando-o à perpetuação da espécie (uma coisa instintiva, raramente planejada e que resulta em milhares de órfãos abandonados no mundo todo).
Que gente podre e ignóbil.
