SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sobre jaguaras, pulgas e sarnas

Depois de assistir o vídeo com os inacreditáveis comentários de Luiz Carlos Prates – veja a postagem anterior - perguntei-me como é possível que a RBS lhe dê assento e permita que suas fezes verbais inundem as casas das pessoas e, como é próprio, fui até a página da empresa e pensei em fazer um comentário, mas tive completa certeza que nada seria publicado ao ler as condições que eles praticam para essas coisas.

A jagunçada travestida de paladinos da liberdade de imprensa informa que é vetada a publicação de comentários que, dentre outras razões, “promovam racismo contra grupos de minorias ou qualquer forma de fanatismo político ou religioso, discriminando grupos de pessoas ou etnias; que sejam obscenos; que promovam discriminação de qualquer natureza; que incitem à violência ou que explorem medo ou superstição”, mas, hipócritas até o talo, permitem que o patifão defeque preconceitos de classe e ódio político em nossa sala na hora do almoço.

Bem, sendo a RBS organização midiática xexelenta dirigida por notórios jaguaras nada mais natural que um jaguara cú sujo como Luiz Carlos Prates tenha espaço e prestígio por lá.

Ao fim e ao cabo, se merecem e dividem as pulgas e a sarna que os acomete.