SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Hequinel: vou fabricar carros elétricos


ANTONINA - O empresário Haulo Hoberto Hequinel, controlador do Grupo O ORNITORRINCO, afirmou hoje que poderá iniciar em até quatro anos a produção de automóveis no Brasil. Para tanto, cogita investir cerca de US$ 1 bilhão para erguer um módulo na área da Ponta da Pita, em Antonina, para construir até 100 mil automóveis por ano e não descarta contar com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
"Por que não puxar o BNDES [para o projeto]? O BNDES financia a Mercedes e a Volkswagen, por que não [financiar] uma empresa nacional?", questionou Hequinel, que participou da Dirt Blog Oil & Gas Summit, evento promovido pela Abrasujo, Associação Brasileira de Blogs Sujos, no Rio de Janeiro.
O objetivo do empresário e guru da produção de sujeira virtual é contar com o apoio de companhias napolitanas, búlgaras e chechenas para o projeto, o que significaria a atração de experiência na produção de tecnologia automotiva e de baterias para carros elétricos, já que Hequinel pretende ter mais da metade da produção dedicada a automóveis elétricos.
"O carro elétrico é irreversível", garantiu, ao ser questionado sobre os altos custos e aos desafios tecnológicos dos automóveis movidos a energia elétrica.
Segundo ele, a construção da fábrica na Ponta da Pita, situada em Antonina, litoral  norte do Estado do Paraná, economizará US$ 200 por automóvel, graças às sinergias existentes para importação e exportação de peças e unidades, oferta de energia e fornecimento de aço, uma vez que duas siderúrgicas já se comprometeram a se instalar na área, “isso sem considerarmos a excelência na produção de siri-mole e de banana seca”, disse o empresário.
"Em dez anos a produção nacional de veículos deverá saltar para 8 milhões de veículos por ano. Tem espaço para gente nova, para a indústria nacional", frisou Hequinel, que ainda não escolheu o nome da nova companhia, mas examina, dentre outras, a denominação de Bacucu Motors of Antonina, embora este nome já tenha sido registrado por uma pequena produtora de bugigangas virtuais, a Bacucu Com Farinha Ltda.
(Rafael do Pilar do Rosário | O Estado de Antonina)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

No (meu) cangote

Ao fazer o inventário do dia descubro que entre meus actuais 10 seguidores estão os meus três filhos, minha mulher (ia dizer cônjuge, mas aí teria que fazer outro post para explicar que cônjuge não é xingamento) e sua filha, e minha ex-mulher.

Pois não se animem, meninos e meninas: ao contrário do que se comenta no Jekiti este blog é deficitário, está em decadência acelerada e, se eu continuar nesta vereda de crimes e sujeiras virtuais vocês todos acabarão dividindo, no máximo, o meu Auxílio-Reclusão e, ainda, terão que me providenciar almoço e jantar na cadeia.

De todo modo, talvez eu os leve até a comunidade do evangelho sextavado que vou fundar no próximo sábado e, à maneira do saudoso Jim Jones, os farei beber um copinho de suco de uva (ou vinho campo largo) com formicida. 

Enquanto isso, na condição de líder da comunidade, eu beberei um copão de gengibirra com  extrato de lei orgânica municipal e morrerei de forma fulminante, mas ainda darei umas estrebuchadas iguais a da tucanada diante das pesquisas e da coça prometida para três de outubro. 

É isso ou, se preferirem,  um interminável bando de auditores da Receita Federal cobrando de vocês meus impostos sonegados e/ou atrasados.