SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Formatura

German concluiu o Fundamental e hoje foi a solenidade, a formatura, a entrega dos canudos, essas coisas, e houve um momento para os alunos homenagearem os pais.

Para minha mais completa surpresa, meu menino entregou-me uma rosa, e deu-me um baita abraço.


O avô/pai e velhote pediu os sais e os abanos de praxe.

Amo você, German.

quarta-feira, 18 de março de 2015

German Martins da Rocha, tu é foda quando dá chineladas na bunda dos homofóbicos!

FunkyNoiaCat é uma persona do meu neto inoxidável, o German Martins da Rocha, que me proporcionou o privilégio de viver comigo desde que nasceu, e com ele eu sempre aprendo. Ele viu este vídeo e foi lá fazer o debate sobre homofobia.
O avô babão aqui sente-se orgulhoso pra cacete deste piazote mágico.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Eu, bem no fundão, fazendo trepidante solo de bongo!

Copiei a imagem daqui
Robert Plant é lindão, né mesmo?

Mas German é muito mais lindão, né não?

German vive comigo desde que nasceu. Sou avô e pai, não sei bem em que proporção, e considero-me um velhote de muita sorte por ter a criaturinha em minha vida, todos os dias desde 2004. 

Estou hoje a ler breve biografia de Robert Plant (vocalista do Led Zeppelin) e, num outro canto, o piazote cantava Hey Jude e Come Together, músicas que estão entre as minhas preferidas, e que ele aprendeu a gostar comigo, junto com tudo dos Beatles.


Ele canta muito, acreditem, e isso não é conversa de avô babão. Gosto quando ele solta a voz e perde o tom, respira, recomeça e vai atrás da nota certa. 


Sonia Nascimento, a Vó Duda, canta muito bem e Nayre Martins, a mãe, sempre me emociona quando canta tão completamente linda.


Além do mais o piá é muito do lindão, convenhamos, de modo que estou disposto a financiar uma banda pra ele, quando tiver uns 15 anos. Pagarei todos os equipamentos, mas haverá uma condição: serei o tocador de bongo, que ficará lá no fundo do palco, até porque não sei tocar a porra do bongo.


A banda de German, lindão como o Robert Plant, faz o show e as fãs ensandecidas atacam os jovens integrantes da banda, mas eles serão apenas um baixista, um guitarrista, um baterista e German, o vocalista.


Um roadie, que pagarei regiamente, dirá, assim como quem não quer nada: "Mocinhas, os meninos lindões da banda estão já ocupados, mas o velhote do bongo está disponível".


Sonia Nascimento, cruelmente, assim se pronunciou em face deste meu projeto: "Vai sonhando. Sonhar não custa nada".


Eis Nayre, a mãe do German, cantando À moda da cidade.






segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Carta aberta do meu neto German para eleitores do Aécio

Saí para buscar o jantar nas florestas inóspitas do Capão Raso e, quando retorno à caverna com a caça abatida, um balde de frango pornograficamente frito, meu piazote de 10 anos mostra o seu - palavras dele - "maior texto que já escrevi, vô paulo!"
Avô destrambelhado que sou, trato de reproduzir exatamente o que ele escreveu. Gosto disso, meninos e meninas: Germanzito jamais andará pelos lados direitosos e fedidos da direita. 

---xxx---


essa postagem aqui é uma carta aberta para alguns amigos meus que votam no aécio neves, (foram meus avós que me ensinaram sobre política!) hahah. 
Continuando o que eu ia falar vocês sabem o quanto ele é um idiota mas continuam, acham que ele vai mudar alguma coisa mas ele só vai fazer merda, vocês tucanos, devem estar achando que o que eu estou falando é merda mas se enganaram! é um dos melhores textos que eu escrevo, simplesmente quero saber porque vocês votam no aécio, tem muitos amigos meus que quando eu posto coisas sobre política não comentam "porque eu sou criança" ou "porque é meu amigo do colégio" mas não! eu quero que vocês debatam comigo sobre política quero saber mais sobre porque você votam no aécio ou porque você é anti-dilma, me responda. 
Simples assim! (agora, só não me venha falar sobre o porto de cuba e que a dilma emprestou dinheiro para eles e isso é um crime... porque eu german, sim eu mesmo! sei que o FHC emprestou dinheiro para cuba) ok você não comentou mais pelo menos 
leu!, vamos lá gente vocês tem medo de debater é simples quando debatemos ninguém te morde você não vai preso não cai pedaço, simples seja você mesmo e fale você não é proibido de falar.
Até que eu mesmo comento a pessoa não tem coragem de me responder, mas quando é com um outro adulto fala até de mais, AGORA você tem outro motivo para não me responder? é simples, deixa de ser cagão e fala com o seu coleguinha do pré 1.
Nossa olha só como o meu avô Paulo e minha avó Sonia me criaram mal! de repente você se pergunta nossa! ele está falando mal do avô e da avó, senhor ou senhora se você pensou isso mesmo volte ao começo da postagem e leia novamente obrigado pela a atenção e tchau!.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

As mães do German

Me contaram e eu repasso o que aconteceu ontem, isto é, no ano passado. 

German, meu neto inoxidável e lindão, contou pras menininhas um pouco mais novas que ele tinha agora duas mães, a Nayre e a Ana Pérola.

Depois, duas das menininhas conversaram desse jeito:

- Mas como é que o German tem agora duas mães?

- Não sei, acho que a mãe dele virou duas.

Eu, modesto avô de cacholinha desapetrechada, devo reconhecer que é bem isso, é só isso e é, que maravilha, tudo isso!

Entretanto, se me permitem a imodéstia, que bela postagem para inaugurar 2013.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Fé obtusa dá nisso: crentes de merda não querem que seus filhos brinquem com meu neto

Eu já havia falado sobre o ateísmo de German, meu formidável e inoxidável neto que vive aqui em casa.
Pois hoje, completa e justamente puto dentro das calças, contou-me o piazote que pais de alguns de seus amigos aqui do bairro proibiram que seus filhos brincassem com ele por ser ateu, condição que proclama sempre que acha necessário.
E há quem exija que eu respeite estas montanhas de merda fedida que são as religiões. 
É obvio que meu ateísmo influenciou o meu menino, é óbvio que ele prestou atenção em mim. Mas eu nunca disse a ele que não fosse amigo de quem acredita em deus, o patifão esfumaçado, nunca disse a ele para não brincar com crianças que acreditam num deus tão completamente apatifado.
Mas os merdas obtusos, os merdas que falam nesta coisa abjeta e inexistente chamada "amor de deus", ah, estes cocozões são capazes de separar crianças em nome deste patife esfumaçado, deste patife filho da puta que vocês, cristãos, chamam de deus.

Tenho nojo derramado e definitivo desta fé obtusa que os impele a discriminar meu neto que, exatamente como seus filhos, estava apenas querendo brincar, seus merdas.
Vocês são completamente doentes, vão para a PUTA QUE OS PARIU!

Termino dizendo que German - ele me contou - disse aos meninos que amigos de verdade são amigos mesmo que não acreditem em deus, o que é prova acabada e robusta de que ele entendeu o sentido mesmo da vida, da amizade e do amor.
Permitam-me, cristãos de merda: meu neto está aprendendo a ser parte do mundo sendo o que é e aceitando quem dele discorda e aceitando a diferença.  
Vocês, obtusamente doentios, enfiarão seus filhos não no mundo, mas em igrejas de intolerância, de ódio, de exclusão e de violência.
German Martins da Rocha, este seu avô destrambelhado está aqui com você. Incondicionalmente
Nós amamos. Eles odeiam. 

Eles que se fodam em cristo!

terça-feira, 2 de outubro de 2012

O ataque de German, o neto destrambelhado

German e sua invenção

Anuncio a quem interessar possa que hoje, por volta das 10 da manhã, German acordou-me valendo-se da terrível tática neto-destrambelhado-ataca-avô-distraído-e-sonolento: ele vem correndo e atira-se sobre este pobre velhote que fica imobilizado sob as cobertas, e o piazote faz troça dizendo que eu não consigo fazer-lhe cócegas. 
Luto bravamente, consigo soltar os braços e pronto, ouço sua gargalhada de sonora alegria quando finalmente consigo atingir sua tripa gaiteira. 
Estou salvo, posso morrer agorinha mesmo: meu lugar no céu está garantido!

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Gramática

German, neto inoxidável,  pergunta se promoção é com "s" ou com "ç".

Bem, eu não çei porra nenhuma.

Acontesse muito nesta minha já avançada idade.

E eu aqui maravilhado com o meu menino.

sexta-feira, 23 de março de 2012

German, quase oito anos, ateu

Tem uns 30 dias, se bem me lembro:
- Vovô, eu sou ateu!
- É mesmo, filho? Por quê?
- Ninguém prova a existência de deus, vovô.

Trato essas coisas com o devido cuidado, não faço proselitismo ensandecido como fazem os católicos e os evangélicos, e os religiosos obtusos, e aguardei German dar o próximo passo.

Há 15 dias ele comunicou-me:
- Vovô, não quero mais participar da oração no início da aula, nem da aula de religião. O que faço?
- Peça licença para sua professora, diga que não quer participar da oração e da aula de religião, que isso é seu direito, e informe que você esta saindo da sala.

Três dias depois ele me disse que permanecia na sala durante a oração por ter medo que a professora o mandasse para a diretoria, de modo que no dia seguinte, bem cedo, fui com ele até a escola, conversei com a direção e as coisas todas estão hoje acertadas: German não participa da oração e, durante a aula de religião, vai para a biblioteca e, ou lê algum gibi ou faz exercícios de caligrafia, conforme minha solicitação. 

Pois a sereníssima decisão do meu menino German já está a produzir doces frutos: um dos seus melhores amigos, filho de muçulmanos, também decidiu não participar das aulas de religião.

Ontem a noite Sonia o fez dormir e contou-lhe uma história, algo sobre uma mulher que matou uma aranha e foi pro inferno, se bem me lembro, e ele ouviu tudo e perguntou:

- Vovó Duda, por que você está me contando esta história se você sabe que eu sou ateu?

Eu e German não vamos para o paraíso, meus caros crentes obtusos, vez que já estamos na terra do hidromel: não temos nenhum medo de um deus apatifado e das suas porcarias, nem das suas ameaças e, melhor ainda, nossos cérebros funcionam perfeitamente longe dos cabrestos da fé. 

Este é o seu problema insolúvel, cristãos e crentes em geral.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Meu neto German e a homofobia

German, meu neto de sete anos, esteve hoje na casa de Mateus, da mesma idade.

O pai de Mateus, Marlon, ouviu o seguinte diálogo:

- Onde você foi hoje cedo, Mateus?
- Ah, eu fui na igreja.
- Na igreja? 
- É, na igreja.
- Mas você sabia que a igreja é homofóbica?
- O que é homofóbica?
- Ah, é xingar as pessoas, é jogar pedras.

Já mostrei como as religiões ocidentais e cristãs implantam a semente da homofobia e da intolerância na cabeça indefesa de criancas submetidas à violência inominável chamada catequese.

Eu, embora não pretenda ir-me antes de pelo menos uns vinte ou trinta anos, se esticasse as canelas bem agora, iria muito feliz.

Cumpri meu dever e disso tenho orgulho: apenas sendo modesto exemplo, sem porra de imposição, sem merda de catequese, sei que a sementezinha da tolerância está lá na cabeça de German.

Vocês, cristãos, vivem um problema insolúvel: quem ensina aos seus a intolerância contra quem é diferente não vai pro céu.

Eu vou. E sem acreditar em deus.

Poema para German

Tanto por mim tem feito, 
brilha tanto a luz dos 
seus olhinhos que,
para este meu menino, 
meu velho coração é pouco, 
dois ou três preciso ter.

Tomo sua mãozinha 
e atravessamos o escuro:
seu avô está aqui, meu menino, 
tudo agora está seguro.

Tanto amo o meu German 
e suas histórias de sonhos,
que acordo do meu sono desse jeito, 
assim, igualzinho ao meu menino.

Para que não sinta medo, 
sonho que posso tudo 
e voamos, nós dois.

Agora, no vôo dos sonhos dele, 
tomo sua mãozinha 
e sinto-me leve,
e sei que estou seguro: 
meu neto está comigo.

Protegido, posso voar em seu sonho. 
Sou invencível.
(Vô Paulo, 12/11/2007)

sábado, 5 de novembro de 2011

Paulo Cequinel e Paul McCartney

Duas situações históricas, amigos e amigas internautas. As fotos registram momentos que antecederam fatos que somente depois tornar-se-iam amplamente conhecidos. Apreciem.
Observem o goal-keeper. Sim, sou eu mesmo, pra lá de posudo e metido, creio que por volta de 1967/68, no Colégio Militar de Curitiba. Camiseta escura digna de um arqueiro clássico, de modos contidos e perfeita colocação, elasticidade a serviço da eficiência e, como o tempo mais tarde explicaria, perfeito quando tinha que defender pelo lado esquerdo. Pois bem, esta foto registra um tempo em que eu, inocente puro e besta, ainda pensava em seguir carreira militar, pode um troço destes? O que aconteceu depois? Ao invés de um goleiro profissional de sucesso ou um milicão torturador de escol, eis-me aqui em Antonina do Deus Me Livre já meio entrevado, escrevendo besteiras neste blog perfeitamente dispensável. Agora, prestem muita atenção na foto a seguir.

João, Ricardo, Paulo e Jorge, uns malucos de Liverpool, mais ou menos em 1967/68, integrantes de uma banda chamada The Beatles. Os caras tinham gravado aquele disquinho, o Abbey Road, que tem lá umas coisinhas como, no lado A, Come Together (da qual eu tenho, atenção, mais de 140 versões), Something, Oh Darling!, I Want You (She's So Heavy); no lado B já de cara você topa com Here Comes The Sun e Because, Something e, meio que para encher linguiça, tem lá uma sequência de músicas inacabadas de João e Paulo, que vai de You Never Give Me Your Money até Carry That Weigt (que para mim constitui o melhor Lado B já gravado). Terminada a gravação, era necessário inventar a foto para o LP (lembram disso?) e, quiospariu!, há este registro anterior à famosa e polêmica foto (Paulo teria morrido e a "prova" era ele aparecer descalço). João e Jorge estão hoje really dead, Ricardo tem uma banda chamada The All Starr Band e e Paulo continua na estrada, de quando em vez fazendo milhares de pessoas, emocionadas, cantarem Hey Jude. Já o outro Paulo da história, o Cequinel, este sente-se feliz porque descobriu ontem que German, seu inoxidável neto de 7 anos, sabe a letra inteirinha de Come Together. Nem tudo está perdido, meus caros, nem tudo. 

domingo, 2 de outubro de 2011

Leões transando ou German e suas pesquisas na Internet

Estava a assistir São Paulo e Flamengo, por sinal um jogo muito bom, quando German, meu inoxidável e invencível neto de 7 anos anuncia que precisa fazer-me uma pergunta.

- O que é, meu filho?
- Quando a gente faz uma pesquisa na internet eles cobram?
- Não, meu filho, é de graça.
- Isso não vem em nenhuma conta aqui de casa?
- Não, não vem em nenhuma conta.
- Nenhuma mesmo?
- Nem conta de água, nem conta de telefone, nenhuma. Mas que pesquisa você andou fazendo na internet, German?
- Olha, vovô, eu pesquisei sobre leões transando - e eu nem queria assistir! - e não queria que vocês descobrissem.

Pai e avô imperfeito, gargalhei com sua preocupação e, afinal, com a singela admissão, deixando claro que para mim ele não tinha cometido nenhum erro, ou pecado, ou coisa assim e dei-lhe um abraço apertado e uns beijos.

Aqui entre nós, prefiro que meus netos estejam curiosos para saber coisas sobre leões, inclusive sobre como transam, porque isso não me causa nenhuma preocupação.

Muito pior seria se eles viessem perguntar-me sobre o inferno, ou sobre pecado, ou sobre aquele sujeito ensanguentado, filho de ninguém, pregado numa cruz que ameaça e amedronta todos os que nele acreditam bovinamente. 

Bem, decidi pesquisar vídeos sobre leões e suas fodas. Vale como homenagem à curiosidade do meu neto e de todas as crianças. Viva a vida e a curiosidade que nos mantém vivos! Búúúú, cagões em cristo, fuck you!


sexta-feira, 15 de abril de 2011

Eu acho que quero ser gay também, vovô


Ontem, estávamos eu, meu filho Jean e German aqui no escritório, e eu cobrava de Jean que procurasse logo uma foto com ele, sua mãe Sônia e eu, e que escrevesse lá o #eusougay e #nóssomosgays, e a enviasse para a campanha. Foi quando German, meu neto de 7 anos, perguntou:

- Vovô, porque você e a vovó Duda vão mentir que são gays?

Expliquei-lhe que muitos gays e lésbicas estão sendo assassinados, e que nós todos temos que lutar contra isso porque, cada vez que matam um gay é como se eu, ele, sua avó, sua mãe, seu pai e todas as pessoas morressem um pouco.

Ele me olhou e disse bem assim, lindamente:

- E os gays são seres humanos, vovô! Olha, eu acho que eu quero ser gay também. Até vou esquecer da Jenifer (namoradinha dele desde os 3 anos), e eu quero aparecer na foto também.

Amo muito meu neto que, como é inevitável, tem e terá um monte de defeitos, humano que é, mas homofóbico tenho certeza que meu menino não será jamais.

Já a pastorzada e os padrecos homofóbicos que obram porcarias como “teologicamente a homossexualidade é uma perversão amaldiçoada”, têm um problema insolúvel para explicar-se, não diante de um deus de fantasia e obviamente inexistente, algo como uma nota de 3 reais, mas de seus filhos e netos: justificar porque tangem, sempre e todos os dias, seus rebanhos de cristãos bovinos para a morte e não para a celebração da vida.

Se ficarmos quietos eles nos acuam e nos intimidam, e nos matam todos, um por um, em nome desse deus criminoso, coisa que vêm fazendo há centenas de anos, não nos esqueçamos.  

Não se esqueçam que a bíblia, o livrão deles, diz com todas as letras que podemos ter escravos e que você, prezado leitor, pode vender sua filha como escrava sexual.

No que me diz respeito, por meus filhos e netos, tanto quanto eu possa, eles é que ficarão acuados e constrangidos. 

Viva a vida e viva a diferença!