SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

E a direita, em êxtase gozoso, ao tempo em que proclama "São Joaquim Batman Barbosa, rogai por nós!", trata de acender velas para Santa Marina Esverdeada e para São Eduardo Blue Eyes Campos

Êxtase tem mesmo a porra do chapeuzinho?
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Copiei de Gilson Sampaio

JOAQUIM BARBOSA É CANDIDATÍSSIMO
É A DIREITA SAINDO DAS CAVERNAS
Laerte Braga

É claro que candidato dele mesmo. Mas é. Nos seus delírios imagina que os brasileiros vão implorar a ele que seja o próximo presidente para “moralizar” o Brasil. As hienas que têm o controle do Estado apenas observam e se num acesso de loucura emplacar sua candidatura vai receber apoio de muitas delas. É só olhar seus votos no STF.
Joaquim Barbosa, Aécio Neves, José Serra, Geraldo Alckmin, Marina da Silva e Eduardo Campos, é a direita saindo das cavernas.
A corrupção para “combater” a corrupção, tipo assim Gurgel no Ministério da Justiça.
O mercado imobiliário de Miami vai adorar. Não sei se a Polícia vai gostar, mais uma máfia para atormentar o estado, aumentar o trabalho.
Não basta a Joaquim Barbosa pedir desculpas a Lewandowsky. Não tem equilíbrio para presidir a mais alta corte de Justiça do Brasil num momento delicado do País, em que se vê as ruas tomada por manifestantes sem muita noção de suas bandeiras e a direita à espreita, pronta para enfrentar os velhos perigos do “comunismo”, agora “vandalismo” e da corrupção.
E os corruptores? Vão financiar como aconteceu no golpe de 1964, quando eram donos do Estado enquanto os generais brincavam de torturas, estupros, assassinatos, etc.
O tempo e o espaço hoje são diferentes. O modus operandi também. Vide o que acontece no Egito.
John Kerry vem ao Brasil e no maior desplante, sem vergonha alguma, propõe a Anthony Patriot monitorar o mundo contra “terroristas”.
E Patriot, submisso, diz que “sei lá, isso pode gerar desconfiança”. Um sim dissimulado.
Estamos brincando com a democracia deixando figuras como Joaquim Barbosa proliferarem corrupção, autoritarismo, desvirtuar um Judiciário onde já pontificaram Adauto Lucio Cardoso, Bilac Pinto, Evandro Lins e Silva, Hermes Lima, Victor Nunes Leal e tantos outros. E cito ministros de diferentes pontos de vista.
Há um cúmplice de grande perigo nesse processo todo. A mídia de mercado.
Tivéssemos essa mídia independente e todo o processo de compra do apartamento de Joaquim Barbosa em Miami seria investigado, esmiuçado. Quais foram os construtores, os proprietários, quem vendeu, como o dinheiro saiu, quebra de sigilo bancário e fiscal, mas não. O silêncio é conveniente. E muito bem pago.
E o governo? Vai temer cobrar os débitos do Itaú? Ele não teme em sangrar seus clientes, muitas vezes, na maioria, trabalhadores. E o GRUPO GLOBO? Vai ficar devendo seu imposto e recebendo verbas públicas ilegais para propaganda?
Uma das percepções mais significativas do insulto de Joaquim Barbosa é essa. Não foi um ato de pura explosão, foi algo calculado, dentro do seu estilo de ator, o medo de ter que devolver o apartamento de Miami. E a inserção num processo político que se trama nas cavernas e que pode explodir, sem que as tropas saiam dos quartéis, como disse, o tempo e o espaço hoje são outros.
O espetáculo mostrado ao vivo para todo o País vendendo sardinha como se fosse allitti. Gato como se fosse lebre.
Zelaya e Lugo foram depostos pelos congressos de seus países e as decisões forami confirmadas pelas cortes supremas, as forças armadas apenas “mantiveram a ordem”. Em Honduras se mata até hoje e se privatiza cidades inteiras. São países pequenos? A Colômbia não é e controlam do presidente ao soldado raso. Quantas vezes tentaram derrubar Chávez?
O Brasil é o País chave da América Latina, já dizia Nixon, “para onde se inclinar o Brasil se inclina a América Latina”.
Pouco a pouco as pessoas vão percebendo esse jogo, as que vão às ruas vão sentir a necessidade de bandeiras de luta, organização, comando coletivo.
Quando Joaquim Barbosa ofende um colega do STF está apenas cumprindo seu papel no jogo.
O resto é espetáculo. O escândalo do metrô em São Paulo já começa a ser esvaziado e novo trens vão comprados.
É a direita saindo das cavernas, incomodada com a comissão da verdade e com os rumos do País, mesmo que o governo Dilma não seja lá essas coisas.
É por aí que Joaquim Barbosa é um peão com aspirações ao topo. Cumpre seu papel no esquema e se vende como opção.

sábado, 29 de junho de 2013

Anotem: em 2014 o PIG apostará suas fichas em São Joaquim Batman Barbosa e Santa Marina Esverdeada

Enfatizando, desde logo, que este texto não tem patrocínio de nenhuma maionese, julgo oportuno dizer que o golpe em andamento não significa, necessariamente, tanques e gorilas militares nas ruas.
Creio que o objetivo é emparedar e debilitar o governo federal, de modo a dificultar ou impedir a reeleição de Dilma em 2014, de modo que minha cacholinha desidratada começará a prestar muita atenção em dois personagens: São Joaquim Batman Barbosa e Santa Marina Esverdeada.
O dispositivo midiático de direita e seus aliados apostarão num deles, ou nos dois juntos.
A ver.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Último trem para a ungida sustentabilidade evangélica

Copiei a imagem de Atomic Samba
Little Almeida Shit, militante distraído, que perdeu a partida do trenzinho de santa marina esverdeada, grita em pungente desespero: "não sou de direita, nem de esquerda, não sou contra nem a favor, não gosto de política nem dos políticos, mas acredito na rede da ungida sustentabilidade evangélica! O sangue da Natura tem poder! Ó glória, ó menezes!"


segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Promoção para viuvinhas sem porvir: 50% OFF (como vocês adoram dizer) para depilar suas perninhas peludas


Queridas viuvinhas sem porvir de são josé serra atingido, de santa marina esverdeada e de santa heloísa helena histérica, entendam que:

1. Dilma tem 93% de aprovação (só 7% consideram o governo ruim ou péssimo).

2. Em 2014, Dilma (com 56%) ou Lula (com 57%) venceriam as eleições no primeiro turno.

3. Estrebuchem, viuvinhas, joguem-se ao chão e agitem suas perninhas peludas em patético frenesi golpista.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Santa Marina Esverdeada denuncia: sucesso do livro A Privataria Tucana provocará devastação em nossas florestas

  
I'm a Lumberjack: 1899
Durante entrevista coletiva ontem, em São Paulo, Santa Marina Esverdeada denunciou que o sucesso de vendas do livro A Privataria Tucana, de Amaury Ribeiro Junior, lançado na última sexta-feira e já esgotado, coloca em risco "o que ainda resta de Floresta Amazônica". Apresentando imagens de satélite, um vídeo do movimento Gota D'Água e uma foto que mostra, nas palavras da beata, "malvados lenhadores ateus do petismo búlgaro preparando mais uma partida de árvores que garantirão papel para as próximas edições do livro". Além disso exortou os brasileiros a não comprarem o livro porque "além de milhares de árvores que serão criminosamente derrubadas, para cada exemplar haverá uma perigosa sacolinha de plástico, o que provocará aumento na demanda por petróleo!". No final da entrevista, milhares de balões com desenhos de tucanos-privatistas foram soltos no céu privatizado de São Paulo.

sábado, 3 de dezembro de 2011

28 de setembro de 2010: Lucia Hippolito vota na Marina


O Ornitorrinco Orgânico Mas Perfeitamente Reciclável dedica este texto às viuvinhas sem-porvir de santa marina esverdeada e (agora) de santa heloísa helena grasnenta que, nos dias de hoje, ali na feiramar e na ponta da pita, debulham-se em copiosas lagrimas sob a luz do luar

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28 de setembro de 2010
Lucia Hippolito vota na Marina. Por que a Globo trocou de candidato
Kelly bag com havaiana verde: ideal para ir à Fundação Roberto Marinho
Amigo navegante sugere visitar o Blog da Lucia Hippolito.
Lá está:
A candidata do Blog é a Bláblárina Silva que, segundo a Hippolito, tem “a cara do Brasil” (esconjuro!).
Nada mais natural.
O PiG fora de São Paulo já sabe: o "jenio" tem essa propriedade: ele perde.
A Bláblárina é o “novo”.
O “chic”.
O “radical chic” do West Side.
O Natura: perfumado, mas nem tanto.
O radical que entra nas colunas sociais.
O radical que sabe onde fica Kyoto.
Que morde mas não aperta.
Que, se for preciso, pára de morder.
O radical que adora os filmes do Fernando Meirelles.
Come barra de cereal para não engordar.
Odeia bife de tira.
Cerveja, cachaça?
Não, vinho branco não muito gelado.
Que já foi de esquerda, de direita, mas agora viu a Luz.
O radical que trocou a “teoria da dependência” pelo Al Gore.
Usa Havaianas com Kelly bag.
Pobreza?
Aumento do salário mínimo?
Índice de Gini?
Nada disso: calota polar, CO2, gás estufa – isso é o que importa.
Distribuir renda?
O importante é distribuir oxigênio.
Precisamos garantir a sobrevivência da espécie (dos ricos).
Não mudar nada.
Se for para mudar alguma coisa, trocar a calça americana por calça de linho cáqui.
Perder com a Bláblárina é mais chic do que perder com o Serra – que, além de tudo, é muito feio.
E, na Globo, tudo isso tem uma vantagem: um dos filhos do Roberto Marinho – eles não têm nome próprio – é “verde”, um ecologista militante de coquetel.
A última vez em que esteve na Amazônia foi, provavelmente, numa escala do jatinho em Manaus, a caminho dos Hamptons.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Prestem atenção, histéricas viuvinhas sem-porvir: não apostem em santa heloísa grasnenta helena ou em santa marina esverdeada porque delas até o PIG já desistiu

Eu visito o Limpinho & Cheiroso todos os dias 
Cuspiram no prato que comeram e dançaram
Emir Sader, via Carta Maior

Heloísa Helena e Marina Silva, duas candidaturas que poderiam levar à construção de forças alternativas no campo da esquerda, fracassaram. Não pela votação que tiveram, mas justamente pela forma como as obtiveram, não puderam acumular forças para poder construir uma força própria. Erros similares levaram a desfechos semelhantes.

Se lançaram como se fossem representantes de projetos alternativos, diante do que caracterizavam como abandono desse caminho por parte do PT e do governo Lula ou, no caso, especificamente da Marina, de não contemplar as questões ecológicas. Ambas tiveram em comum, seja no primeiro turno, como no segundo, a definição de uma equidistância entre Lula e Alckmin, no caso de HH, entre Dilma e Serra, no caso da Marina.

Foi um elemento fundamental para que conquistassem as graças da direita – da velha mídia, em particular – e liquidassem qualquer possibilidade de construir uma alternativa no campo da esquerda. Era uma postura oportunista, no caso de HH, alegando que Lula era uma continuação direta de FHC; no caso da Marina, de que já não valeriam os termos de direita e esquerda.

O fracasso não esteve na votação – expressiva, nos dois casos –, mas na incapacidade de dar continuidade à campanha com construção de forças minimamente coerentes. Para isso, contribuiu o estilo individualista de ambas, mas o obstáculo político fundamental foi outro, embora os dois tenham vinculações entre si: foi o oportunismo de não distinguir a direita como inimigo fundamental.

Imaginem o erro que significou acreditar que Lula e Alckmin eram iguais? Que havia que votar em branco, nulo ou abster-se? Imaginem o Brasil, na crise de 2008, dirigido por Alckmin e seu neoliberalismo?

Imaginem o erro de acreditar que eram iguais Dilma e Serra? E, ao contrário de se diferenciar e denunciar Serra pelas posições obscurantistas sobre o aborto, ficar calada e ainda receber todo o caudal de votos advindos daí, que permitiu a Marina subir de 10 a 20 milhões de votos?

Não decifraram o enigma Lula e foram engolidas por ele. O sucesso efêmero das aparições privilegiadas na Globo as condenou a se inviabilizar como líderes de esquerda. Muito rapidamente desapareceram da mídia, conforme deixaram de ser funcionais para chegar ao segundo turno, juntando votos contra os candidatos do PT. E, pior, o caudal de votos que tinham arrecadado, em condições especiais, evaporou. Plínio de Arruda Sampaio, a melhor figura do PSOL, teve 1% de votos. Ninguém ousa imaginar que Marina hoje teria uma mínima fração dos votos que teve.

Ambas desapareceram do cenário político. Ambas brigaram com os partidos pelos quais tinham sido candidatas. Nenhuma delas se transformou em líder política nacional. Nenhuma força alternativa no campo da esquerda foi construída pelas suas candidaturas.

Haveria um campo na esquerda para uma força mais radical do que o PT, mas isso suporia definir-se como uma força no campo da esquerda, aliando-se com o governo quando ha coincidência de posições e criticando-o, quando ha divergências.

O projeto político do PSOL fracassou, assim como o projeto de construção de uma plataforma ecológica transversal – que nem no papel foi construída por Marina –, reduzindo-as a fenômenos eleitorais efêmeros. O campo político está constituído, é uma realidade incontornável, em que a direita e a esquerda ocupam seus eixos fundamentais. Quem quiser se intervir nele, tem de tomar esses elementos como constitutivos da luta política hoje.

Pode situar-se no campo da esquerda ou, se buscar subterfúgios, pode terminar somando-se ao campo da direita ou ficar reduzido à intranscendência.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Isso não é um trabalho bem feito. Se isso é o melhor que deus pode fazer, bem, não me impressiona

Eu vejo Jesus Bêbado todos os dias
(devo mandar o bebum para uma reunião do AA?)

O Ornitorrinco Ateu, Abortista e Búlgaro, notório praticante da nobre arte de peidar em elevadores, depois desta (letal) bordoada muito bem aplicada, informa que vestirá seu pijama de bolinhas e recolher-se-á aos seus nababescos e superfaturados aposentos e que, amanhã pela manhã, por volta das 10 horas, obrará um Belo Monte em homenagem às viuvinhas sem-porvir de são josé serra atingido, de santa marina esverdeada e, não nos esqueçamos, de santa heloísa helena esganiçada, a mais nova divindidade do panteão da direita nacional. Fui.