SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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domingo, 29 de maio de 2011

Flagrante nojento de pornografia

A imagem eu surrupiei do Tijolaço, 
que você deve visitar todos os dias
Sérgio "quem é este merda" Guerra, Geraldo "opus dei" Alckmim, Fernando "ai que inveja do lula" Henrique Cardoso, Aécio "sai daqui, bafômetro, que estou empoeirado pra caralho" Neves e, na extrena direita, e não por mero acaso, o mais apatifado político que eu jamais pude conhecer, são josé serra atingido, um pulha acabado, lustrado e empacotado para ser vendido para você, integrante da classe média ressentida, como seu líder. Mas não se desespere, o kassab vem aí para salvá-lo. Ou o aécio, ou o beto richa. Ou a santa marina esverdeada. Foda-se, cagão!

domingo, 28 de novembro de 2010

São Paulo, tucanolândia, maio de 2006. Haverá quem garanta que os Anais - que porra é essa? - justificam o sangue derramado de mais de 400 pessoas

Eu visito o Blog do Luiz Nassif 

todos os dias.

Este post é dedicado aos tais 

Anais do Reginaldo Gouvea, 

que está a nos garantir que algum sangue 

haverá de correr para que 

nossas vidas sigam em frente.

No que me diz respeito, 

declaro em alto e bom som:

no cú, pardal!

Lembrem-se dos crimes de maio de 2006, 

em São Paulo


Uma das páginas mais vergonhosas de São Paulo foi desenhada nos dias que se seguiram aos ataques do PCC na cidade.
Durante alguns dias, a polícia paulista - sob o comando de um Secretário de Segurança alucinado e de um governador interino - saiu atrás de vingança. Até as transmissões de rádio da polícia foram silenciados, para que o crime se consumasse sem testemunhas.
Mais de 400 pessoas foram assassinadas sumariamente, muitas sem histórico policial.