SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
Mostrando postagens com marcador luta contra a homofobia religiosa. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 13 de julho de 2012

Ditadura gay. Você realmente acredita nisso?

Copiei de ATEA

 

Pois em 2012 a coisa piorou e muito: no primeiro semestre, segundo o Grupo Gay da Bahia, a cada 26 (vinte e seis) horas um(a) LGBTT foi assassinado(a) no Brasil.

E tome discurso de ódio travestido de pregação religiosa.

Eu NÃO respeito nenhuma religião. 

Elas ameaçam minha família. 

Simples assim.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Fases da vida

Copiei de Avante 7

 

O Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco cumprimenta os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de São Malafaia da Cura Gay e traduz o cartaz do velhote: "82 anos e 9 meses sendo gay! Mas talvez seja apenas uma fase em minha vida!". 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Comunicado do Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco (SAFO)

Copiei de ATEA
  
O Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco (SAFO), nesta manhã de sol tímido e incerto, cumprimenta os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de São Malafaia da Homofobia e, indo direto e reto ao cerne da questão, avisa que LGBTT-fobia será tratada a pontapés, ainda que metafóricos. 
Por enquanto. 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A salvação pela palavra

Este bloguezinho mequetrefe sente-se e proclama ser integralmente parte das ações em defesa dos direitos LGBTT.
Meu filho precisa de mim.
Meus filhos todos precisam de mim.

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Copiei de Política Ativa 

Conta a lenda que Sherazade contou muitas histórias para salvar a própria vida. Ao final, acabou salvando muito mais: a si mesma, várias outras mulheres e o próprio sultão, seu fiel ouvinte de todas as noites. Sherazade foi capaz de mudar tanto, modificar tanta gente, alterar o percurso de tantas vidas. E, então, é fantástico saber que todos os dias, em todo o mundo, também LGBTs salvam vidas pela força da palavra. Salvam vidas falando que o outro pode se assumir, pode viver, pode amar. Salvam vidas afirmando que aquela fase de opressão extrema, em que o outro pensa em se matar, é transitória, que um dia tudo irá melhorar. Seja com um blog, ou uma parada com milhões, milhares, centenas ou com poucas dezenas de pessoas, salvamos vidas ao tornar o mundo possível para quem é tido como diferente. Salvamos vidas quando tornamos a vida possível de ser vivida. Salvamos vidas quando entendemos a rede da qual fazemos parte e ajudamos em sua costura.
Salvamos vidas quando aquela pessoa oprimida por seus pais, por seus familiares, pelos amigos, na escola, na igreja, na vizinhança, pode contar somente com nossa palavra ou apenas com a noção de que não está sozinho, de que somos muitos e que sobrevivemos e somos felizes, que o mundo gira, a história avança e nossos direitos e qualidade de vida correm ao lado deles. Salvamos vidas quando uma das tantas pessoas que pensam em se suicidar, o deixa de fazê-lo por uma palavra, uma imagem, uma multidão nas ruas, alegre, cantando, pulando, dizendo ao mundo que nossa vida vai muito bem - obrigada! -, apesar de tudo e de todos que são contra. Quando mostramos seja através do que for, que não somos invisíveis, que jamais seremos, pois não nos cabem nenhum gueto e nenhuma capa mágica que nos faça desaparecer. Quando mostramos que vivemos, trabalhamos, amamos, trepamos, nos divertimos. Quando mostramos o quanto somos fortes. Cotidianamente fortes e por toda uma vida.
E não desanime, não pense nem por um minuto que sua militância é desimportante, que não tem valor, que pode ter um efeito muito pequeno e um alcance limitado. Qualquer que seja sua atuação lembre-se sempre que ela pode fazer total diferença entre a vida e a morte - física ou social – de alguém. Sempre haverá quem tente reduzir o significado deste ou daquele trabalho, seja ele qual for. E sempre haverá o fantasma do desalento de ver tanta coisa ruim ao redor, mas segure-se você também nas palavras de outros. Afinal, pense bem, podemos nos abater realmente com isso, quando um simples texto ou uma conversa on-line pode salvar uma vida? Enquanto tantos criam um universo impossível para LGBTs viverem plenos e felizes, mesmo apenas através do que falamos e escrevemos, podemos criar todo um outro mundo: um espaço de salvação do que corrói por dentro, do que não deixa respirar lá fora. Portanto, fale, escreva, publique, tenha um blog, um vlog, um site, mergulhe nas redes sociais, divulgue idéias, produza, partilhe informações, converse, chegue até as pessoas, promova ligação entre elas. É fantástico irmos às ruas, protestarmos, fazermos passeatas, paradas, reivindicações públicas, mas nada impede ou diminui a importância da propagação de palavras e idéias e sua força inegável na mudança de mundos e perspectivas de vida. Que nos diga Sherazade!
@ivonepita

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Acredite, LGBTT-fobia tem cura

Copiei de Contos e Notas


 
Não tenho nada contra homofóbicos. Eu, inclusive, tenho muitos amigos que são. O problema é que tem uns homofóbicos escandalosos, que não conseguem ser discretos. Ficam dando pinta que não gostam de gay, sabe? Tudo bem ser uma pessoa rancorosa e preconceituosa, mas não em público. Entre quatro paredes e bem longe de mim, tudo bem. Nada contra mesmo.
É impressionante o quanto eles se acham no direito de ficar com pouca vergonha na frente de todo mundo. Outro dia ouvi um cara dizer, em plena luz do dia e para quem quisesse ouvir, que “gay é abusado, mexe com homem na rua mais do que homem mexe com mulher”. Acredita? Mas já vi e ouvi coisas piores. “Tenho nojo de homem se pegando” ou “essas menininhas que se beijam não são bissexuais coisa nenhuma, só querem chamar atenção dos homens” ou ainda “te sento a vara, moleque baitola”, e por aí vai. E se alguém critica, logo apelam para “ah, foi só uma piada” ou “é a minha liberdade de expressão” ou ainda “está na Bíblia”. O horror, o horror.


Ser homofóbico é uma opção, mas ninguém tem a obrigação de aceitar, né. É muito constrangedor ver alguém olhando feio para duas pessoas do mesmo sexo se beijando. Como eu vou explicar para os meus filhos que existe gente intolerante? O pior é que nem na escola as crianças estão a salvo. Querem ensinar nossos filhos a serem homofóbicos, imagina! Quando você percebe, já é tarde demais: uma amiga minha foi chamada pela diretora porque o filho foi pego espancando um colega no intervalo. Tudo porque o rapaz era gay. Minha amiga, coitada, não aguentou a decepção de ter um filho homofóbico. Ela diz que é só uma fase, que vai passar. Por garantia, levou o menino no psicólogo.



Acredite, homofobia tem cura. Soube de uns casos de conversão que parecem até milagre. Em um dia, a pessoa estava lá, odiando gays, militando contra o direito dos homossexuais ao casamento civil, fazendo marcha pela família e tudo o mais. Mas com um pouquinho de empatia e bom senso, eles começaram a ver que não tinham nada que se meter com a sexualidade dos outros. E como o respeito é todo-poderoso e misericordioso, os ex-homofóbicos viram que os gays eram boas pessoas e também mereciam os mesmos direitos. Hoje dão testemunho de tolerância.

Murillo Chibana

Agora, tão preocupante quanto homofóbicos exibidos e sem-vergonha são aqueles que não se assumem. Aqueles que não saem do armário, que se fazem de pessoas normais e sem ódio no coração, mas que, no fundo, no fundo, também são fiscais de cu alheio. Pensa comigo: você sai com uma pessoa dessas, sem saber da opção de ignorância dela, e começam a pensar que você também é homofóbico, igual a ela. E todos sabemos que homofóbicos são abominações, ninguém quer ser confundido com um deles. Além disso, onde enfiar a cara quando eles resolverem se revelar e soltarem um “odeio viado” assim, do nada?
Mas não me leve a mal. Não tenho nada contra os homofóbicos, apenas não concordo com a homofobia. Essa doença quase sempre vem acompanhada de outros preconceitos, como o machismo e o racismo. É um caminho sem volta. Fico triste de ver tantos jovens se perdendo nesse mundão de ódio gratuito. É por essas e outras que prefiro ter um filho gay a um filho homofóbico. Ah, você quer saber se eu vou aceitar e amar um filho que virar homofóbico? Como alguém já disse por aí, eles não vão correr esse risco; vão ser muito bem educados.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Direitos humanos: ousar vale a pena. E aí, PT, como é que fica?

Copiei do indispensável Com Texto Livre

 
Saiu neste domingo, no New York Times, uma reportagem de muito interesse para todos os que estão ligados em direitos civis e, especialmente, em cidadania LGBT. O texto é longo, cheio de recovecos, estilo New York Times de domingo, razão pela qual prefiro fazer uma breve paráfrase e partir para as conclusões que quero tirar. Antes que alguém me lembre, deixo claro que estou consciente de que Brasil e EUA são dois países diferentes. Creio, no entanto, que essas diferenças reforçam, em vez de debilitar, as conclusões que quero oferecer aqui. As razões se seguem.
No dia 24 de junho de 2011, o parlamento de Nova York aprovou o casamento gay. Quatro senadores Republicanos (nos EUA os estados possuem Senados) romperam com o partido e votaram a favor da medida, oferecendo a margem necessária para a aprovação da lei. Todos eles haviam sido eleitos com o endosso do Partido Conservador, de ultra-direita – o mais influente entre todos os “terceiros partidos” no estado de Nova York. Dois deles, pelo menos, não teriam sido eleitos sem esse endosso.
Stephen Saland, Roy McDonald, Jim Alesi e Mark Grisanti, os quatro Republicanos que garantiram a aprovação do casamento gay em Nova York, estão bem longe de serem progressistas. No Brasil, eles estariam transitando na órbita do DEM, do PR, do PP, ou seja lá qual for o partido considerado de direita neste momento no Brasil, um país onde ninguém se diz de direita. McDonald é banqueiro, Alesi é empresário e Grisanti só derrotou o seu adversário, afro-americano e democrata – num distrito em que os democratas são uma maioria de 5 por 1 contra os Republicanos e 40% da população é negra – porque, na época, ele se declarou contrário ao casamento gay, defendido pelo seu oponente. O apoio ao casamento gay é baixo entre a população negra e Grisanti teve uma porcentagem do voto afro-americano impensável para um Republicano branco.
Todos os quatro foram declarados cadáveres políticos quando deram seu voto no dia 24 de junho e, de todos eles, Grisanti é o único cuja reeleição está em perigo. A reeleição de qualquer Republicano estaria em perigo num distrito em que os Democratas são maioria de 5 por 1. Mas, se Grisanti for reeleito, terá sido justamente porque mudou de ideia e votou a favor do casamento gay.
Hoje, nos EUA, já é possível dizer que o casamento gay é uma bandeira palatável para conservadores. O apoio ao casamento igualitário subiu, em menos de dez anos, de 32% em 2004 para 53% hoje. Em estados como a Califórnia, esse apoio chega a 59%. Como o poder aquisitivo entre a população gay é superior à média, os quatro Republicanos que desobedeceram seu partido se viram recebendo doações eleitorais inauditas. A conclusão do New York Times, depois de longa pesquisa: votar a favor do casamento gay, mesmo que você seja um político Republicano do interiorzão, não é o risco que costumava ser há uns anos. Os quatro dissidentes não têm a reeleição garantida. Mas, se eles perderem, provavelmente será apesar, e não por causa, de seu voto pelo casamento igualitário.
O contexto brasileiro é diferente, mas as lições ficam. Nota-se hoje, no Brasil, a mesma tendência a sobreestimar o conservadorismo da população, a mesma boba premissa de que as posições conservadoras no eleitorado, se majoritárias, serão inamovíveis, a mesma pintura exagerada do poder dos teocratas e, no caso das forças chamadas progressistas, a mesma covardia que caracterizou o Partido Democrata nestas questões até alguns anos atrás (e que continua caracterizando-o em outras matérias, como o tema Israel, por exemplo).
Pois bem, em pesquisa realizada em meados do ano passado, depois de toda a fúria teocrata das eleições de 2010, antes de qualquer campanha educativa, sem nenhuma discussão arejada do assunto nos meios de comunicação de massa, em plena neura acerca do misterioso “poder” de uma bancada religiosa que reúne pouco mais de 10% da Câmara (e menos de 10% do Senado), quase a metade da população brasileira (45%) apoiava a união civil de homossexuais aprovada pelo STF. Alguém imagina qual seria esse percentual se as lideranças da chamada esquerda resolvessem realmente liderar uma campanha de esclarecimento sobre o assunto? Alguém pode medir o impacto de uma declaração de figura importante da política brasileira que repetisse o conservador Roy McDonald, do Partido Republicano de Nova York, que afirmou que a marginalização que sofriam seus dois netos autistas, por analogia, tornou para ele impossível votar de forma a marginalizar gays e lésbicas? Alguém já parou para pensar o que aconteceria se o governo realmente tomasse iniciativas que garantem direitos iguais para gays e lésbicas, fundamentando-as com remissão sistemática ao texto da Constituição Federal, que estabelece a igualdade de todos perante a lei?
Este blogueiro acredita que é muito mais produtivo fazer e cobrar essas perguntas que ficar eternamente justificando a inação governamental com o argumento de que estamos em um governo de coalizão e que a população é conservadora. A população é menos conservadora do que se imagina, e seu conservadorismo só se conserva porque aqueles que supostamente seriam responsáveis por transformá-lo se acomodam aos limites do possível.
Idelber Avelar
No Outro olhar

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Que tipo de filho da puta você é?

O Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco (SAFO) cumprimenta os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de Nossa Senhora do Preconceito Fundado na Religiosidade Obtusa e, nesta gloriosa segunda feira, pergunta: e você, cristão em cristo, evangélico dizimista e católico carismático, como se pronuncia? Qual é sua hijadeputez?

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Copiei do BlogGay

Aqui está o começo da série de tipos de preconceituosos que rolou nas redes sociais faz algum tempo. É de autoria desconhecida até onde consegui constatar, mas feita para gente nada anônima, aliás, muitas são conhecidas nossas, às vezes estão ao nosso lado, às vezes em nós mesmos.

1) O preconceituoso perplexo
“Ele é gay? Nossa, mas parece tão normal…”
2) O preconceituoso justo
“Ele é gay, mas é uma ótima pessoa.”
3) O preconceituoso bonzinho
“Tenho vários amigos gays, adoro todos. Eles são tão divertidos! Só não acho que eles devam ter os mesmos direitos que os casais normais. Aí já é exagero”.
4) O preconceituoso sem preconceito
“Eu não tenho nenhum preconceito. O problema são as OUTRAS pessoas. O quê ELAS vão pensar se eu tiver um amigo gay?”
5) O preconceituoso confiante
“Jamais vou ter um filho gay, sei muito bem como criar uma criança.”
6) O preconceituoso covarde
“Eu juro que não tenho nada contra. Mas que essa gente não é normal, não é.”
7) O preconceituoso assumido
“Não gosto de gays mesmo, e daí?”
8 ) O preconceituoso com senso crítico
“Eu não concordo com o estilo de vida dos gays, mas acho totalmente errado ficar discriminando.”
9) O preonceituoso pacífico
“Não aprovo o comportamento dos gays, mas sou contra qualquer tipo de violência.”
10) O preconceituoso confuso
“Eu não sei onde a gente vai parar com essa corrupção, com a violência, com todas essas guerras. E agora, mais essa, homem querendo casar com homem!”
11) O preconceituoso indignado
“Agora pode tudo, pode matar, pode estuprar, pode usar drogas, pode ser gay, e todo mundo tem que achar normal.”
12) O preconceituoso distraído
“Não convivo com gays. Aliás, nunca conheci um gay pessoalmente.”
13) O preconceituoso compreensivo
“Eu respeito, com certeza. Hoje em dia tem tanta coisa pior que isso!”
14) O preconceituoso realista
“Eu acho que tem que ter beijo gay na novela. A novela tem que mostrar a realidade, mesmo que ela seja ruim.”
15) O preconceituoso moralista
“Não podemos aceitar esses gays como algo normal. Temos que resguardar a moral e os bons costumes.”
Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ)

Mais 15 tipos de preconceituoso

1) O preconceituoso birrento
“Eu até aceito, mas não sou obrigado a achar normal. Não sou obrigado mesmo!”
2) O preconceituoso que dá o maior apoio
“Se a pessoa é feliz, a gente tem mais é que apoiar. Afinal, todo mundo tem defeitos.”
3) O preconceituoso não-me-toque
“Eles que façam o que quiserem, desde que fiquem no canto deles.”
4) O preconceituoso matemático
“Homem + mulher = família.”
5) O preconceituoso educador
“Se filho meu fosse gay, eu dava umas boas palmadas pra corrigir.”
6) O preconceituoso psicólogo
“Eu tenho pena dos gays. São pessoas mal resolvidas, que vieram de famílias desestruturadas ou foram violentadas na infância.”
7) O preconceituoso pró-saúde
“Eles deveriam fazer tratamento psicológico. Hoje tem tratamento pra tanta coisa, imagina se não podem curar isso também!”
8 ) O preconceituoso cientista
“Vários estudos científicos comprovam que eles são uns pervertidos.”
9) O preconceituoso noveleiro
“Agora até nas novelas estão fazendo campanha pra convencer as pessoas de que ser gay é normal.”
10) O preconceituoso que respeita o telespectador
“As pessoas não estão preparadas para ver um beijo gay na TV. Além do mais, isso não está contemplado em nossos princípios de qualidade televisiva.”
11) O preconceituoso envergonhado
“Eu até aceito, mas não quero saber de homem se beijando na minha frente.”
12) O preconceituoso que só se defendeu
“Só agredi porque eles estavam me provocando.”
13) O preconceituoso visionário
“O que vai ser do nosso futuro? Eles vão fazer uma lei pra obrigar as pessoas a serem gays?”
14) O preconceituoso dramático
“Esses gays querem mandar Deus embora do Brasil!”
15) O preconceituoso que falou com Deus
“Deus odeia os gays!”
Pastor Silas Malafaia 

sábado, 24 de março de 2012

Eles odeiam? Nós amamos!

Vi o vídeo no Maria da Penha Neles

 

Os obtusos religiosos apagam a luz? 
Nós acendemos de novo!
Eles fecham portas e janelas? 
Nós escancaramos!
Eles odeiam? 
Nós amamos!
Eles se borram de medo? 
Nós aceitamos!
Eles se benzem? 
Nós acarinhamos!
Eles ameaçam?
Nós lutamos!
Eles são muitos?
Nós somos o mundo!

Para Jean, meu filho. 
Sou seu pai, menino, 
incondicionalmente.
Amo você.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Para meninos diferentes

É só um garoto diferente. Que tal aprender um pouco com ele, bando de cagões em cristo?

Sejamos fortes!


Mesmo com a nossa dor,
Mesmo com a nossa tristeza,
Mesmo sem o brilho nos nossos olhos,
Mesmo sem apoio,
Somos quem somos, 
Somos livres por opção,
Mas não temos
A opção de sermos livres.
Somos assim,
Somos o que somos.
Não tivemos opção,
Senão a de seguir
Sendo quem somos,
Para quem sabe algum dia,
Sermos vistos
Assim como somos,
A poesia é repetitiva,
Assim como nosso pedido,
Pela aceitação da palavra SER.
E pelo fim da repetição,
Que sofremos por QUERER!
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Dedico esta postagem para todos os meninos diferentes, mas muito especialmente para meu filho Jean.
Teu pai estará sempre por perto e, quem quer que seja que te ameaçe ou insulte, incluindo os jaguaras cristãos LGBT-fóbicos, terá resposta, e sempre nos meus termos.
Amo você, incondicionalmente, mesmo sabendo que você é torcedor - quiospariu! - do Atlético PR.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Homofobia É crime, cagões em cristo e fascistas de direita

Esquerdopata é muito perigoso, meus caros

O Ornitorrinco Ateu Fiadaputa pede a palavra para dizer, alto e bom som, que tem o incontornável dever de defender seu filho do ódio homofóbico de origem religiosa, especialmente dos evangélicos e dos católicos carismáticos, cuja suave pregação homicida coloca em risco minha família. Homofobia baseada na bíblia, com pastores e padres proclamando que teem o direito de ofender meu menino, tratarei a pontapés, ainda que metafóricos. Por enquanto.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Câmara de São Luiz (MA) aprova título de "persona non grata" ao pastor Silas Malafaia

Eu visito o Maria da Penha Neles todos os dias

No Facebook da Marlene Senna
O pastor Silas Malafaia se mostrou altamente irritado com o veto a uma homenagem a sua pessoa que seria feita na Câmara Municipal de São Luís (MA). Em entrevista a 92,3 FM (rádio gospel de Maranhão), o pastor chamou o vereador Ivaldo Rodrugues (PDT-MA), responsável pelo veto a homenagem, de "idiota" e "bandido". Hoje pela manhã a Câmara Municipal de São Luís, após ter conhecimento do fato, considerou Malafaia uma "persona non grata" à cidade.

O desabafo do pastor aconteceu após o locutor da rádio comentar que o projeto de autoria da vereadora Rose Sales (PCdoB) esta repercutindo de forma negativa na cidade e que o vereador Ivaldo Rodrigues o classificou de "homofóbico". "Ele vai ser interpelado judicialmente, eu vou processar esse bandido, vagabundo, desse vereador. Eu sou homofóbico? Então terá que provar que sou homofóbico, esse otário, idiota, não sabe nem o significado de homofobia", afirmou Malafaia.

Até para a vereadora que tentava homenagear Malafaia sobrou. Para o pastor, Rose Sales é "frouxa". "Se a irmã Rose afrouxou, eu lamento, ela esta fazendo o jogo do partido, eu liguei pra ela e falei: não afrouxa não minha irmã. Mas eu desconfio que ela queira fazer graça ao partido ao qual pertence, porque o (PCdoB) apoia essa porcaria", declarou Malafaia.

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O Ornitorrinco Ateu, Blenorrágico e Escatológico pede a palavra para dizer que dormirá muito bem esta noite.

Este notório pastor homofóbico, e consagrado filho-da-puta, tomou uma bem no meio das fuças, e merecidamente. 

Que gente desta laia tenha cada vez menos espaço para vomitar seu ódio contra a diferença e os diferentes.

Essa tropa do atraso tem que ser acuada, meus amigos, tem que ser encurralada no canto do ringue, e falo isso, o acuar estes lazarentos, de modo metafórico.

Mas devemos estar atentos aos padres e pastores mais discretos, menos famosos, que estão a disseminar ódio e intolerância todos os dias.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Violência contra homossexuais

Eu visito o Bule Voador todos os dias
 

Drauzio Varella
Do seu site oficial

A homossexualidade é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.
Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência à existência de mulheres e homens homossexuais. Apesar dessa constatação, ainda hoje esse tipo de comportamento é chamado de antinatural.
Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (ou Deus) criou órgãos sexuais para que os seres humanos procriassem; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).
Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?
Se a homossexualidade fosse apenas perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de espécies de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.
Em virtualmente todas as espécies de pássaros, em alguma fase da vida, ocorrem interações homossexuais que envolvem contato genital, que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.
Comportamento homossexual envolvendo fêmeas e machos foi documentado em pelo menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.
Relacionamento homossexual entre primatas não humanos está fartamente documentado na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no Journal of Animal Behaviour um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.
Masturbação mútua e penetração anal fazem parte do repertório sexual de todos os primatas não humanos já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.
Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas rigorosas.
Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela simples existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por capricho individual. Quer dizer, num belo dia pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas como sou sem vergonha prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.
Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.
A sexualidade não admite opções, simplesmente é. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.
Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países fazem com o racismo.
Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais na vizinhança, que procurem dentro das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal costumam aceitar a alheia com respeito e naturalidade.
Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.
Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser fascistas a ponto de pretender impor sua vontade aos que não pensam como eles.
Afinal, caro leitor, a menos que seus dias sejam atormentados por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu trinta anos?

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O Ornitorrinco Destrambelhado pede a palavra para dizer que: 
1) Este texto, pra lá de pertinente, foi-me indicado por meu filho Luciano;
2) O Dráuzio não pode, mas eu digo e proclamo: vão para a puta-que-os-pariu, homofóbicos religiosos de merda. Tenho completo nojo de vocês. Vocês todos é que devem envergonhar-se do que sentem.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Direto e reto ao cerne da questão

Eu visito o Bule Voador todos os dias

Pois a cara mata no ninho e detona a conversa mole e sempre muito perigosa dos nazistas todos, dos LGTB-fóbicos todos e dos religiosos obtusos todos e suas fogueiras. Na moleira, direto e reto ao cerne da questão, simples assim. A propósito, e só para não perder o meu jeitão: vão todos para a puta que os pariu!



sexta-feira, 29 de julho de 2011

Demora um pouco, mas vai amanhecer

Eu visito o Diário Ateísta todos os dias


Não… religiosos não querem que as pessoas se amem. Eles se sentem ofendidos. Amar, para eles, é pecado.
Brasileiros que se declaram protestantes ou evangélicos são o setor mais resistente na sociedade à união de casais do mesmo sexo, aponta pesquisa inédita divulgada nesta quinta-feira (28) pelo Ibope Inteligência. O segmento apresentou o maior percentual de pessoas contrárias à união –77% contra 23% de favoráveis –, que, em junho, foi aprovada pelos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal).
A pesquisa nacional, realizada entre os dias 14 e 18 de julho, apontou que 55% dos brasileiros são contrários ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A pesquisa ainda mostra a incoerência de (autodeclarados) ateus da pesquisa. Como se não soubessem que o preconceito aos homossexuais tem raízes quase que exclusivamente religiosas, 50% dos que se declararam ateus disseram ser contra a união homoafetiva.
E, por fim, a pesquisa mostra a contradição e incoerência de quase todos os entrevistados. Ela revela que a rejeição da população é sensivelmente menor em relação à possibilidade de um(a) amigo(a) se revelar homossexual. Para 73% dos brasileiros, por exemplo, essa hipótese não os afastaria de suas amizades. Outros 24% disseram que afastariam muito ou pouco e 2% não souberam responder.
Vai entender…

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O Ornitorrinco Ateu pede a palavra para dizer que o resultado geral da pesquisa (55% dos brasileiros são contra a união civil gay) é,ao fim e ao cabo, alentador. Se considerarmos que a luta do povo LGTB é assunto que só recentemente ganhou repercussão, o quase empate (55 a 45%) é animador. 

Pode demorar um pouco, mas vai amanhecer, isso vai. Fico um tantinho mais tranquilo em relação ao meu filho, mas não menos atento, LGTB-fóbicos de merda. A regra básica permanece a mesma: do pescoço pra baixo é canela!  


segunda-feira, 25 de julho de 2011

Mijando nos cantos, 25/07/2011

O Ornitorrinco pede a palavra para avisar ao PT de Antonina que se vocês decidirem conversar com homofóbicos de merda com vistas às eleições de 2012, bem, estou fora. Não que isso tenha lá qualquer importância, eu valho merda nenhuma do ponto de vista eleitoral. Ocorre que meu filho merece respeito. Eu mereço respeito. O PT merece respeito.

Fiquem, pois, muito bem avisados.
A vida merece respeito.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Bom dia, homofóbicos de merda

Dedico esta música genial, que vi no Polaco Doido, para os LGTB-fóbicos evangélicos, católicos, islâmicos e para os cagões em geral.
 Viva a diferença!
   Viva a vida!  
 Fodam-se, hipócritas!