SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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sábado, 6 de agosto de 2022

O juiz ladrão sergio moro foi escrachado hoje em Curitiba!

Sérgio Moro, notório canalha,  declarado juiz ladrão pelo STF e pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, foi exemplarmente escrachado neste sábado, numa feira de rua no bairro do Juvevê, em plena República de Curitiba.
A coisa foi tão retumbante que o pulha, ó, cercado por seguranças, tratou de escafeder-se, fazendo uns quác-quác ridículos e tentando chamar a conge.

Veja as imagens no Blog do Esmael.


 

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Moro, o fraudador, morreu de megalomania

O Ornitorrinco Eleitoral saúda os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de Nossa Senhora das Fraudes Eleitorais e Judiciárias e, de plano, reafirma que sergio moro é um canalha completo e um pulha absoluto, tendo sido declarado JUIZ LADRÃO pelo STF e pela corte de Direitos Humanos da ONU, meninos e meninas.
Tudo indica que o marreco de Maringá disputará algum cargo aqui mesmo no Paraná e, para completo alívio dos moradores do condomínio, não tentará ser nosso síndico, vez que o titular foi eleito agora em abril.

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Copiei do indispensável Tijolaço



Fernando Brito, 07/06/2022

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo de não reconhecer o domicílio eleitoral de Sergio Moro naquele estado deveria ser o capítulo final da sequência de humilhações pelas quais o ex-juiz (suspeito) vem se submetendo.

É muito longa e cansativa a sucessão de revezes que a sua megalomania o fez passar, desde que, ainda um juiz de primeira instância no interior, começou a maquinar uma escada para subir até a condição de “herói nacional” que acabaria conseguindo quando se prestou a ser o instrumento judicial de um golpe de estado no Brasil.

Era pouco: seu desejo de ser ministro do Supremo – mesmo com sua indigência cultural e jurídica – o fez agarrar-se a barra do paletó de Jair Bolsonaro, que dele se desvencilhou como quem arranca um carrapato.

Ainda assim, Moro tão convencido de sua grandeza que achou que bastaria voltar dos Estados Unidos para ser aclamado como o salvador da Pátria. Nem é preciso descrever o que foram estes poucos meses, desde novembro, em que vaiu da ribalta até a condição de “aspone” de Luciano Bivar.

Agora, de novo, foi pego em um fraude: a de que era eleitor de São Paulo, ele e e a “conja”, quando todos sabiam-no paranaense. O TRE paulista deu-lhe o merecido fora, porque Moro, agora, já não mete medo a ninguém como no tempo em que, como Simão Bacamarte, mandava trancar qualquer um que o enfrentasse.

Tudo na carreira de Moro é fraude, desde que começou a “cevar” o doleiro Alberto Youssef, no caso Banestado, na certeza de que dali lhe viria a oportunidade de alcançar uma mina de outro para a carreira. E, de fraude em fraude, acabou na simulação de uma “moradia” em São Paulo que nunca existiu, senão no dia em que trocou o Podemos pelo União Brasil, por acordos ainda secretos com Luciano Bivar.

Moro não quer disputas, quer consagração. Acha-se um rei, ao qual só lhe falta a coroa.

Acha-se um gigante mas, sem a lente da mídia, mostra que é moralmente um anão.

Vai recorrer, provavelmente, mas até isso será para colher mais uma derrota, a eleitoral.

O marreco de Maringá é nada.

Não é das coisas mais gentis tripudiar do fracasso alheio mas, no caso de Moro, é quase que pedagógico sobre o quanto a soberba e a ambição são armadilhas mortais. Ainda mais porque se desmancha enquanto vê o homem a quem trancafiou por 580 dias na cadeira caminhar para o lugar que sempre achou que seria seu: a presidência da República.