SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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domingo, 8 de janeiro de 2023

VÍDEO – Kajuru diz que Moro exigiu salário de R$ 40 mil para se filiar ao Podemos: “Não tem caráter”

Com informações do Brasil 247 

(onde você pode ver o vídeo)

O senador Jorge Kajuru (Podemos) fez acusações graves ao ex-juiz e senador Sergio Moro (União Brasil) durante entrevista ao canal do professor, historiador e comentarista político Marco Antonio Villa, no YouTube, na sexta-feira (6).

Kajuru afirmou que Moro não tem caráter e que desconfiou do ex-juiz desde que se filiou ao Podemos. “Esse cara não tem caráter, eu não fui com a cara dele e ele vai nos trair”, afirmou Kajuru na entrevista, lembrando o que disse a seu partido.

O senador ainda revelou que para entrar no Podemos, Moro exigiu um contrato de quatro anos, com salário de R$ 40 mil, líquidos. Kajuru, então, mandou um recado para o ex-juiz: “Sergio Moro, se eu, Kajuru, estiver mentindo me prenda, porque quem mente também rouba. Você pediu R$ 40 mil líquidos de salário por quatro anos e a nossa presidente aceitou”.

Eis que começou a campanha dele. Foi para a Alemanha, onde ficou cinco dias, com o partido pagando tudo. Quando ele voltou, ele comprou coisas pessoais, como óculos, como relógio, como bolsa, e mandou a nota para o partido pagar. E o partido pagou. Ele fez compras, de forma irregular, com dinheiro público”, disse o senador sobre Moro.

Ao final, Kajuru afirmou que quer uma distância oceânica de Moro.

Veja o vídeo aqui.

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Ao cumprimentar os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de Nossa Senhora Botinuda e Golpista e de São Deltan da Hipocrisia, o Ornitorrinco Bocudo lembra o que já disse a respeito de sergio moro, juiz ladrão e canalha.

1. Carta Aberta

2. Perdeu de vez a compostura

3. Moro, o fraudador

4. Atiçador de milícias fascistas

5. O juiz supremo

6. O deslumbramento de moro

7. É pior que o 7x1

8. Real e Pio pronunciamento

9. Secretária da empreiteira confessa

10. Presidenciável e notável juiz ladrão

11. Condenação de sergio moro

(Há muito mais no meu modesto blog, basta pesquisar "sergio moro")

quarta-feira, 8 de junho de 2022

Moro, o fraudador, morreu de megalomania

O Ornitorrinco Eleitoral saúda os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de Nossa Senhora das Fraudes Eleitorais e Judiciárias e, de plano, reafirma que sergio moro é um canalha completo e um pulha absoluto, tendo sido declarado JUIZ LADRÃO pelo STF e pela corte de Direitos Humanos da ONU, meninos e meninas.
Tudo indica que o marreco de Maringá disputará algum cargo aqui mesmo no Paraná e, para completo alívio dos moradores do condomínio, não tentará ser nosso síndico, vez que o titular foi eleito agora em abril.

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Copiei do indispensável Tijolaço



Fernando Brito, 07/06/2022

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo de não reconhecer o domicílio eleitoral de Sergio Moro naquele estado deveria ser o capítulo final da sequência de humilhações pelas quais o ex-juiz (suspeito) vem se submetendo.

É muito longa e cansativa a sucessão de revezes que a sua megalomania o fez passar, desde que, ainda um juiz de primeira instância no interior, começou a maquinar uma escada para subir até a condição de “herói nacional” que acabaria conseguindo quando se prestou a ser o instrumento judicial de um golpe de estado no Brasil.

Era pouco: seu desejo de ser ministro do Supremo – mesmo com sua indigência cultural e jurídica – o fez agarrar-se a barra do paletó de Jair Bolsonaro, que dele se desvencilhou como quem arranca um carrapato.

Ainda assim, Moro tão convencido de sua grandeza que achou que bastaria voltar dos Estados Unidos para ser aclamado como o salvador da Pátria. Nem é preciso descrever o que foram estes poucos meses, desde novembro, em que vaiu da ribalta até a condição de “aspone” de Luciano Bivar.

Agora, de novo, foi pego em um fraude: a de que era eleitor de São Paulo, ele e e a “conja”, quando todos sabiam-no paranaense. O TRE paulista deu-lhe o merecido fora, porque Moro, agora, já não mete medo a ninguém como no tempo em que, como Simão Bacamarte, mandava trancar qualquer um que o enfrentasse.

Tudo na carreira de Moro é fraude, desde que começou a “cevar” o doleiro Alberto Youssef, no caso Banestado, na certeza de que dali lhe viria a oportunidade de alcançar uma mina de outro para a carreira. E, de fraude em fraude, acabou na simulação de uma “moradia” em São Paulo que nunca existiu, senão no dia em que trocou o Podemos pelo União Brasil, por acordos ainda secretos com Luciano Bivar.

Moro não quer disputas, quer consagração. Acha-se um rei, ao qual só lhe falta a coroa.

Acha-se um gigante mas, sem a lente da mídia, mostra que é moralmente um anão.

Vai recorrer, provavelmente, mas até isso será para colher mais uma derrota, a eleitoral.

O marreco de Maringá é nada.

Não é das coisas mais gentis tripudiar do fracasso alheio mas, no caso de Moro, é quase que pedagógico sobre o quanto a soberba e a ambição são armadilhas mortais. Ainda mais porque se desmancha enquanto vê o homem a quem trancafiou por 580 dias na cadeira caminhar para o lugar que sempre achou que seria seu: a presidência da República.


quarta-feira, 27 de abril de 2022

Comitê de Direitos Humanos da ONU conclui que Lula foi vítima da parcialidade de Moro

Copiei do brasil247

27 de abril de 2022

A defesa do ex-presidente acionou a ONU já em 2016. Comitê do órgão atesta que Lula sofreu com arbitrariedade, parcialidade e teve seus direitos violados

O Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas), segundo Jamil Chade, do UOL, concluiu que o ex-presidente Lula (PT) foi vítima do ex-juiz parcial Sergio Moro (União Brasil-SP) e do Estado brasileiro durante a Lava Jato.

O órgão recebeu da defesa de Lula em 2016 uma queixa envolvendo quatro denúncias. Todas foram atendidas pelo Comitê de forma favorável ao ex-presidente:

a) a detenção de Lula pela PF em 2016 em uma sala do aeroporto de Congonhas, considerada como arbitrária por seus advogados;

b) a parcialidade do processo e julgamento;

c) a difusão de mensagens de caráter privado de familiares de Lula;

d) e a impossibilidade de uma candidatura em 2018.

A conclusão é de que Lula teve seus direitos violados em todos os artigos.

O Comitê responsável pela análise do caso, que durou seis anos, é encarregado de supervisionar o cumprimento do Pacto Internacional de Direitos Civis e Políticos, assinado e ratificado pelo Brasil. Por isso, o Estado tem a obrigação de seguir a recomendação do órgão. Por outro lado, o Comitê não tem uma forma específica de obrigar os países a adotarem as penas contra seus governos. Assim, suas decisões podem ser ignoradas.

Procurada por Chade, a defesa de Lula disse que não pode se manifestar, por conta de um embargo imposto pela ONU.

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Meu primo Faulo Koberto Lequinel, ao saber da decisão, prolatou: "Depois do STF, agora o Comitê de Direitos Humanos da ONU declarou que sergio moro, que sempre foi um canalha absoluto, é juiz ladrão".  

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Jesus, me abana: Sergio Moro, juiz ladrão, dará curso sobre combate a corrupção!

Sergio Moro é mesmo um canalha absoluto. Depois de corromper o sistema judiciário, tendo sido declarado parcial e suspeito pelo STF, o jaguara está anunciando um curso "contra o sistema", ou bosta assemelhada.

Meu primo Daulo Coberto Lequinel, o Breve, em notável pronunciamento ainda em 2017, quando Moro era o herói da classe mérdia e da grande mídia, disse que "o juizeco ladrão não vale meu modesto quilo certo que deposito na privada, todos os dias, por volta das 10 da manhã".

quarta-feira, 15 de dezembro de 2021

The Guardian recomenda livro sobre ‘o presidente mais popular da história do Brasil e talvez do mundo’

 Copiei do Blog de Um Sem Mídia 

   


‘LULA e sua política de astúcia: de metalúrgico a presidente do Brasil‘, de John D. French, é indicado por escritores do tradicional jornal inglês como uma leitura indispensável que faz parte de uma lista de obras que ‘explicam o mundo‘


O tradicional ducentenário jornal inglês The Guardian incluiu, nesta quarta-feira (15/12) um livro sobre a vida do ex-presidente Luiz Inácio LULA da Silva, escrito pelo pesquisador e historiador doutor John D. French, da Duke University, como uma das literaturas indispensáveis para ajudar a entender o mundo.

‘LULA e sua política de astúcia: de metalúrgico a presidente do Brasil‘ foi lançado em 2020. O autor se refere ao ex-presidente como ‘o presidente mais popular da história do Brasil e talvez do mundo‘. O pesquisador é um estudioso das classes sociais, raças e política do Brasil.

O Guardian diz, de acordo com o trecho da matéria que recomenda outros autores de vários temas distintos, que, à primeira vista, LULA e sua política da astúcia parece um livro sobre o passado do Brasil: a história de um líder sindical perspicaz que se tornou “o presidente mais popular da história do Brasil e talvez do mundo”.

O jornal lembra a viagem do ex-presidente à Europa e, em especial, sua passagem “magistral” pela França, onde relatou sua origem na pobreza até chegar à Presidência do Brasil, além de sua queda, que conhecemos como o golpe que o tirou das eleições de 2018. Mas, de acordo com o autor, lembra a redação do The Guardian, “a história ainda não acabou”, conforme escreveu o autor da obra, o doutor French, sobre “o protagonista de 76 anos, que parece prestes a um retorno político sensacional nas eleições presidenciais do próximo ano.

“O confronto iminente entre o esquerdista LULA e seu arquirrival de extrema direita, Jair Bolsonaro – eleito em 2018 depois que o ex-presidente foi preso por um juiz que passou a trabalhar para Bolsonaro – paira sobre a biografia de French“, diz o TG. 

“O desprezo do autor pelo atual presidente – a quem ele chama de “fascista de extrema direita” – também é claro“, escreve a redação do Guardian.

“Mas a estrela do show é a coragem e a sagacidade de um político que uma vez se comparou a uma jararaca“, diz o jornal.

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O Ornitorrinco Destrambelhado sabe muito bem que o jornal The Guardian foi comprado secretamente pelo PT, em operação comandada por um certo Vaulo Joberto Fequinel, em 2012, quando o sicário morava em Antonina.
Vaulo, conhecido apreciador de goiabas e balas de banana, utilizou grana de origem cubana (via Banco Central Barbudón), da Venezuela (via Banco Obrero del Orinoco) e da Coréia do Norte (Banco Central Park Kim Jung - 중앙은행 박김정
).