SOBRE O BLOGUEIRO

Minha foto
Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.

quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Sóror Emengarda "Scarface" da Boa Morte: "deus vos ama, ornitorrinco!"

 

Para quem acha que apenas evangélicos obtusos apoiam e votam no escroto que ocupa a presidência, informo que Sóror Emengarda "Scarface" da Boa Morte, bem localizada, e muito feliz, na extrema direita, mandou-me este singelo cartão com a seguinte dedicatória: "deus vos ama, Ornitorrinco, e está à sua procura! Brasil acima de tudo, deus acima de todos e bolsonaro 22!".

O SAFO - Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco, hoje a serviço do ateísmo abortivo, gaysista, comunista e adorador de rock'n'roll e de fartas porções de bacon, ao saudar os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de Nossa Senhora do Chumbo Grosso, comunica aos interessados que, em face dos últimos acontecimentos, nosso beloved'n'forever Royal President Jaulo Voberto Gequinel resolveu retirar-se por uns tempos, estabelecendo-se em local que, por ora, somente minha beloved Sonia, nossos advogados e agentes funerários conhecem.

sábado, 6 de agosto de 2022

O juiz ladrão sergio moro foi escrachado hoje em Curitiba!

Sérgio Moro, notório canalha,  declarado juiz ladrão pelo STF e pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, foi exemplarmente escrachado neste sábado, numa feira de rua no bairro do Juvevê, em plena República de Curitiba.
A coisa foi tão retumbante que o pulha, ó, cercado por seguranças, tratou de escafeder-se, fazendo uns quác-quác ridículos e tentando chamar a conge.

Veja as imagens no Blog do Esmael.


 

terça-feira, 2 de agosto de 2022

Pepe Mujica e sua homenagem à militância

Em tempos tão bicudos, quando o facismo bolsonarista nos ameaça, dedico esta postagem aos homens e mulheres que não se entregam,  que não têm medo.
Ouçam, pois, o formidável José Pepe Mujica, presidente do Uruguai (que foi preso e barbaramente torturado pela ditadura militar uruguaia)

"Que seria deste mundo sem militantes? Como seria a condição humana se não houvesse militantes?

Não porque os militantes sejam perfeitos, ou porque tenham sempre a razão, ou porque sejam super-homens e não se equivoquem. 

Não é isso.

É que os militantes não vem para buscar o seu, eles vem entregar a alma por um punhado de sonhos.

Ao fim e ao cabo, o progresso da condição humana depende fundamentalmente de que exista gente que se sinta feliz em gastar sua vida a serviço do progresso humano.

Ser militante não é carregar uma cruz de sacrifício. É viver a glória interior de lutar pela liberdade em seu sentido transcendente".



sexta-feira, 29 de julho de 2022

Anotações sobre bom senso, equilíbrio e ação política

Eu não tenho equilíbrio. 

Nunca tive bom senso. 

Não quero ter equilíbrio.

Não faço política me equilibrando.

Nunca fiz.

Não gosto de consensos.

Consensos, no mais das vezes, 

Servem para manter as coisas como estão.

Sou um desiquilibrado nato.

Sou um caso perdido.

Caio e quebro a cara, 

todos os dias.

Não faz mal.

Saio com a cara solenemente quebrada.

Mas com a cabeça erguida, sempre.

Sempre.

Para Paulo Jr, Luciano e Jean, filhos.

Para Hiago, Luna, German, João, Catarina, Mariana, 

Francisco e Miguel, netos e netas.

domingo, 24 de julho de 2022

Garagem classe média

Não sei se pode ter poesia
Ou algum verso inútil
Aqui na garagem do meu prédio
Há um amontoado de carros
Dessa classe média
Meio muito estúpida
Eu mesmo parte disso
Não sei o que faço
Nem o que devo dizer
Sobre esta gente incapaz
Que só faz sair pela manhã
Para voltar para a garagem
No fim do dia
Para pagar as contas todas
E morrer de medo todos os dias
Exatamente como eu

domingo, 10 de julho de 2022

Jair Bolsonaro, sujeito escroto, é o mandante intangível da morte do nosso companheiro Marcelo Arruda

Para além de qualquer dúvida eu, Paulo Roberto Cequinel, acuso o escroto que ocupa a Presidência da República, Jair Messias Bolsonaro, como mandante intangível deste assassinato, sendo certo que a escória maldita que o apoia é igualmente responsável.
Tenho nojo e ódio dessa laia.

XXX---XXX

Copiei a imagem o texto do indispensável DCM


O guarda municipal Marcelo Arruda morreu na madrugada deste domingo (10), por volta das 4h25, em Foz do Iguaçu.

Ele era diretor do Sismufi, o Sindicato dos Servidores Municipais de Foz, e, nas eleições municipais de 2020, foi candidato a vice-prefeito pelo PT.

Arruda levou três tiros em sua própria festa de aniversário de 50 anos. 

Ele comemorava o aniversário na sede da Associação Esportiva Saúde Física Itaipu (Aresfi) com cerca de 40 pessoas. A celebração era temática, com enfeites do PT e retratos do ex-presidente Lula. 

Testemunhas relatam que, em um determinado momento, um bolsonarista penetrou na festa começou a gritar “Mito” e outras provocações. Era o agente penitenciário federal Jorge José da Rocha Guaranho.

“Vou matar todos vocês, desgraçados”, disse Jorge, de acordo com áudio obtido pelo DCM.  

“No carro do cara estavam a esposa e um bebê de colo. A mulher aos gritos pediu para ele ir embora e ele foi, dizendo que retornaria”, afirma uma testemunha. “Podia ter sido uma chacina”.

Jorge José da Rocha Guaranho, o bolsonarista escroto que matou Arruda

Membro da Guarda há 30 anos, Marcelo foi buscar sua arma no carro para se defender caso o homem realmente voltasse. Ele voltou e encontrou Marcelo, acertando-lhe três disparos, um deles na cabeça, segundo a apuração policial. 

Mesmo ferido, Marcelo conseguiu revidar e ferir Jorge. Arruda foi internado na UTI em estado grave e não resistiu. Jorge também morreu.

Marcelo Arruda deixa esposa e quatro filhos, um deles recém-nascido.

XXX---XXX

Atualização (19:03 hs): o próprio DCM, agorinha, informa que o assassino escroto - apoiador do escroto chamado jair messias, está vivo, estável, e foi preso em flagrante (veja aqui).

sábado, 25 de junho de 2022

Oração do pastor que, ungido por bolsonaro, tornou-se ministro da educação

Ó Senhor do Impossível e dos Exércitos, eu peço em súplica que os prefeitos escolhidos - obrados pelo espírito santo, pelo amapá e por mato grosso - depositem em contas ungidas a minha honesta parte, ó glória!

Ó Senhor dos Milagres e das Marinhas de Guerra, eu peço e suplico que os pastores que me auxiliam na faina de liberar dinheiro do FNDE - obrados pelo espírito santo, por pernambuco e por alagoas - sejam agraciados pelos prefeitos aliados do nosso presidente, e que eles paguem a minha honesta parte, aleluia! 

Ó Senhor das Curas de Amputados e das Forças Aéreas, ajoelho-me diante de vós para pedir que os prefeitos e pastores envolvidos nesta abençoada tramóia - e obrados pelo espírito santo, pelo piauí e pelo paraná - que eles paguem a minha honesta parte, ó glória, ó menezes!        

sexta-feira, 24 de junho de 2022

Meninos e meninas, com vocês BIA FERREIRA!!!

O Ornitorrinco Desavisado nunca tinha ouvido Bia Ferreira e não sabia mesmo da sua existência. Estou completamente estupefacto *: a voz potente e bela, e perfeita, o balanço, o violão. Deleitem-se, pois.

(*) Comigo é assim. Eu fico é estupefacto, vez que ficar meramente estupefato é o mesmo que nada.

XXX---XXX


sexta-feira, 17 de junho de 2022

Milicada incompetente

Copiei do BLOG DE UM SEM-MÍDIA

 

Os fracassos da geração dos generais de Bolsonaro. Por Moisés Mendes

Publicado por Moisés Mendes - Atualizado em 16 de junho de 2022 às 19:55

A elite militar que trabalha para Bolsonaro pode ter feito, pela avaliação de entendidos, boas gestões de quartéis e de planejamento tático e estratégico das suas atividades estritamente castrenses.

Mas essa elite fracassou, e fracassou muito, quando se meteu em áreas que nem os marechais e generais e seus gênios civis da ditadura dominavam.

Os generais fracassaram junto com as missões do Brasil em nome da ONU no Haiti. Fracassaram com Braga Netto na intervenção militar no Rio.

Fracassaram com o desastre de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde e fracassaram com Hamilton Mourão no comando da Amazônia.

Os generais fracassaram já no lançamento, em 2020, do que deveria ter sido o Programa Pró-Brasil, apresentado como um arremedo dos planos desenvolvimentistas da ditadura.

Esses são os militares do entorno de Bolsonaro, muitas vezes vistos não como subalternos do sujeito, mas como seus tutores desde o início do governo.

Bolsonaro está cercado de gente fardada que não conseguiu fazer o básico nas empreitadas assumidas. São oficiais de alta patente que comandam, ao lado de civis, mais de 6 mil colegas das três armas, muitos em postos de chefia, da Educação à Funai.

Sob outro ponto de vista, pode-se dizer também que, ao contrário da percepção de fracasso, eles conseguiram tudo o que desejavam fazer. E assim teriam sido bem sucedidos, e muito mais agora sob as ordens de Bolsonaro.

Mas é difícil aceitar que a sabotagem das medidas contra a pandemia e a vacinação e que a entrega da Amazônia à bandidagem tenham sido projetos pensados com método e racionalidade pelos militares.

Vamos ao exemplo da Amazônia. Na quarta-feira, a Globo News exibiu uma das mais constrangedoras entrevistas concedidas por um general brasileiro.

O general vice-presidente Hamilton Mourão, presidente do Conselho Nacional da Amazônia, confessou seu fracasso com uma sinceridade de recruta.

Admitiu não ter poder, não ter autoridade para mandar, não ter gente, não ter verbas e não ter chefia que o liderasse com firmeza no comando da Amazônia.

E no final confessou: talvez tenha sido incompetente para fazer o que deveria ter sido feito em defesa do território, dos povos e da floresta.

Mourão se desculpava o tempo todo porque nunca teve um cargo executivo. Mas não soube dizer por que as Forças Armadas, e não só o seu conselho, fracassaram na defesa da Amazônia, diante das ameaças externas e dos bandidos internos que mataram Bruno Pereira e Dom Phillips. Soube apenas se desculpar.

Mourão não mandava em ninguém, como admitiu, e se ressentia de um líder. Disse que alguém deveria ter exercido uma liderança agregadora na Amazônia, dando a entender que essa pessoa não seria ele.

E se despediu da conversa como um subalterno que se pune em público por sua submissão a um trabalho nobre que se transforma em algo quase sem sentido.

Um general não conseguiu impor sua autoridade de general e de vice-presidente na região mais problemática do país e a mais exposta aos olhares do mundo todo.

Mourão não mandava e não apitava na Amazônia, onde grileiros, garimpeiros, contrabandistas, mineradoras, traficantes de outros países e assassinos de índios, de jornalistas e de indigenistas mandam e desmandam.

Foi uma omissão deliberada? Por ordem de Bolsonaro compartilhada com os militares? Ou por ser parte do projeto dos militares, encampado pelo poder político de Bolsonaro?

O certo é que essa elite militar, que fracassou em missões internacionais, sabotou a imunização contra a Covid, abriu caminho para gangues de vendedores de vacinas dentro do governo, não enfrentou os bandidos da Amazônia e, bem antes, não ofereceu nenhuma saída para a guerra civil no Rio, essa é a elite ao redor de Bolsonaro.

Não é razoável pensar que esse grupo, muito bem identificado com os projetos de Bolsonaro, pretenda mesmo levar adiante o blefe de um golpe.

Todos os golpes liderados por militares fracassaram nas últimas décadas na América do Sul. As experiências recentes da elite militar brasileira não credenciam esse grupo a organizar, aplicar e manter um golpe liderado por Bolsonaro.

(Publicado originalmente no blog do Moisés Mendes)

xxx---xxx

O Ornitorrinco Paisano, ao saudar os presentes nesta Grandiosa Quermesse em Louvor de La Virgerncita Botinuda y Golpista, lembra a todos e a todas que milicos são treinados e condicionados para obedecer sem pensar. 
Quando generais, almirantes e brigadeiros - cercados por prebendas e privilégios - se põem a pensar, pronto, lá vem apoteose mental e muita merda.
Essa gente deveria é ocupar-se pintando meio-fio, que é o que sabem fazer.

Eis o equipamento padrão que generais, almirantes e brigadeiros sabem usar.


quarta-feira, 8 de junho de 2022

Moro, o fraudador, morreu de megalomania

O Ornitorrinco Eleitoral saúda os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de Nossa Senhora das Fraudes Eleitorais e Judiciárias e, de plano, reafirma que sergio moro é um canalha completo e um pulha absoluto, tendo sido declarado JUIZ LADRÃO pelo STF e pela corte de Direitos Humanos da ONU, meninos e meninas.
Tudo indica que o marreco de Maringá disputará algum cargo aqui mesmo no Paraná e, para completo alívio dos moradores do condomínio, não tentará ser nosso síndico, vez que o titular foi eleito agora em abril.

XXX---XXX

Copiei do indispensável Tijolaço



Fernando Brito, 07/06/2022

A decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo de não reconhecer o domicílio eleitoral de Sergio Moro naquele estado deveria ser o capítulo final da sequência de humilhações pelas quais o ex-juiz (suspeito) vem se submetendo.

É muito longa e cansativa a sucessão de revezes que a sua megalomania o fez passar, desde que, ainda um juiz de primeira instância no interior, começou a maquinar uma escada para subir até a condição de “herói nacional” que acabaria conseguindo quando se prestou a ser o instrumento judicial de um golpe de estado no Brasil.

Era pouco: seu desejo de ser ministro do Supremo – mesmo com sua indigência cultural e jurídica – o fez agarrar-se a barra do paletó de Jair Bolsonaro, que dele se desvencilhou como quem arranca um carrapato.

Ainda assim, Moro tão convencido de sua grandeza que achou que bastaria voltar dos Estados Unidos para ser aclamado como o salvador da Pátria. Nem é preciso descrever o que foram estes poucos meses, desde novembro, em que vaiu da ribalta até a condição de “aspone” de Luciano Bivar.

Agora, de novo, foi pego em um fraude: a de que era eleitor de São Paulo, ele e e a “conja”, quando todos sabiam-no paranaense. O TRE paulista deu-lhe o merecido fora, porque Moro, agora, já não mete medo a ninguém como no tempo em que, como Simão Bacamarte, mandava trancar qualquer um que o enfrentasse.

Tudo na carreira de Moro é fraude, desde que começou a “cevar” o doleiro Alberto Youssef, no caso Banestado, na certeza de que dali lhe viria a oportunidade de alcançar uma mina de outro para a carreira. E, de fraude em fraude, acabou na simulação de uma “moradia” em São Paulo que nunca existiu, senão no dia em que trocou o Podemos pelo União Brasil, por acordos ainda secretos com Luciano Bivar.

Moro não quer disputas, quer consagração. Acha-se um rei, ao qual só lhe falta a coroa.

Acha-se um gigante mas, sem a lente da mídia, mostra que é moralmente um anão.

Vai recorrer, provavelmente, mas até isso será para colher mais uma derrota, a eleitoral.

O marreco de Maringá é nada.

Não é das coisas mais gentis tripudiar do fracasso alheio mas, no caso de Moro, é quase que pedagógico sobre o quanto a soberba e a ambição são armadilhas mortais. Ainda mais porque se desmancha enquanto vê o homem a quem trancafiou por 580 dias na cadeira caminhar para o lugar que sempre achou que seria seu: a presidência da República.