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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Bosta religiosa: indiano não corta as unhas há 28 anos

Qual a diferença entre os pastores, os padrecos, os rabinos, os aiatolás, os pais de santo, as bruxas de boutique, os sensitivos enganadores, os espíritos de luz e este débil mental? Nenhuma, absolutamente nenhuma. As religiões, ao fim e ao cabo, são montanhas de merda, de enganação, de perda de tempo, de cometimento de crimes, embora este abostado, pelo menos, não ande pelo mundo a cobrar dízimo e a vender toalhinhas.
Não, eu não respeito religiões: n
enhuma fez ou faz por merecer meu respeito.
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Copie de Pavablog
Fotos: Rajesh Kumar Singh/AP
O indiano Amar Bharti, 58 anos, não corta as unhas desde que tinha 30. Algumas acabaram quebrando com o tempo, mas ainda sim elas chegam a dar voltas de tão grandes. Ele foi fotografado no domingo (02) falando ao celular em Allahabad, na Índia.

Há 38 anos, ele optou por manter seu braço direito erguido como forma de reverência e devoção a Shiva, deus hindu. Após tanto tempo, seu braço não voltará ao normal.

Em nome das suas crenças, ele vagou pelas ruas e resolveu desligar-se das coisas mundanas.

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