SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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domingo, 1 de abril de 2012

Copa do Mundo, Olimpíadas e Idade Média: você não perde por esperar, capelista!

Copiei da Janeslei Janes
 
 
E aqui em Antonina tais eventos terão a notável e entusiasmada transmissão da Rádio Merda do Mar, dirigida por Marcos, o maior e mais completamente minúsculo padreco que por aqui já andou.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Resposta a Paulo Roberto, apatifado e covarde locutor da Rádio Serra do Mar

Ontem à noitinha, em frente ao Colégio Brasílio Machado, embora inicialmente relutante, você afinal reconheceu ter feito comentários, no programa noticioso do dia 14, lançando dúvidas a respeito da minha capacidade de bem educar meus filhos, tudo porque requeri - no uso do meu direito constitucional, é bom assentar - que a Câmara Municipal retirasse da plenária o crucifixo e, além disso, que interrompesse a leitura da bíblia no início de cada sessão.

No programa de hoje, que acabo de ouvir, você, sem citar meu nome, escorou-se numa citação de Rui Barbosa para covardemente ofender-me, chamando-me de canalha.

O que me causa estranheza é que, ontem à noite, você falou fininho e não teve peito para dizer claramente o que pensa a meu respeito. 

Veja bem, Paulo, você pode ter a meu respeito a opinião que considerar a mais adequada e correta. O que não é justo, nem cristão (permita-me a fina ironia), é ofender-me publicamente sem ter a necessária coragem de dizer meu nome. Explico porque.

Aqui mesmo neste meu insalubre espaço virtual tenho feito críticas - muitas vezes ácidas e duras -, ao prefeito Canduca e, até mesmo, ao marcos, o padreco minúsculo que dirige a paróquia de Antonina.

Resulta que podem contraditar-me apresentando sua versão ou posição, o que sempre garanti por aqui e, querendo, podem processar-me ou, em casos extremos, até mesmo dar-me uma murro na cara.

Mas você repete o que marcos, o homúnculo de deus, já fez, ou seja, critica-me no seu programa mas, por evidente covardia, não cita meu nome. Acabei de ligar aí para a rádio e pedi cópia das fitas de ontem e de hoje mas, coisa típica de uma organização fascista como a igreja católica, disseram-me que isso somente seria possível com uma ordem judicial e que, mais ainda, como o meu nome não foi citado, dificilmente eu teria exito. 


Ou seja, você se utiliza de uma concessão pública para criticar e ofender pessoas, sem citar-lhes os nomes, transformando-se num covardão abjeto e acanalhado, e agindo de modo a dificultar-lhes o direito de resposta.

Não, não vou constituir advogado, não tenho nem grana nem disposição para, numa audiência e na minha frente, vê-lo dizer hipócritamente que você não se referia a mim quando disse o que disse: não quero pagar mico vomitando na mesa do meritíssimo juiz da comarca.
  

Tenho 3 filhos e os dois mais velhos, Paulo Jr. e Luciano, ateus, tiveram gestação de praxe, isto é, passados os 9 meses regulamentares, nasceram em minha vida; já o mais novo, Jean, teve gestação bem mais longa: nasceu em minha vida já com 10 anos, quando decidimos adotá-lo, e crê num deus genérico, se bem entendi, e até mesmo  frequentou, sem muita assiduidade, aquela igreja evangélica ali no Largo da Carioca.

É certo que você e eu, imperfeitos seres humanos que somos, tratamos de educar nossos filhos segundo nossos valores, crenças e também dúvidas, e não podemos afiançar ter feito tudo certo, até porque aprendemos a ser pais simplesmente sendo pais, e caminhamos e vamos desenhando o caminho, de modo que posso e devo afirmar com serena certeza que seus filhos foram criados da melhor maneira que você podia e sabia, exatamente como os meus.

Espero sinceramente que seus filhos não sejam abjetamente covardes como você demonstrou ser.

Os meus três filhos não são, isso eu garanto.