Dia de alguma tensão, em primeiro lugar por ter que dirigir até lá e no trânsito alucinado de Curitiba, e com a consulta de meu filho Jean, prevista para 14:30, acontecendo apenas às 16:30.
Depois, mais tensão por problemas relacionados ao processo eleitoral do meu glorioso Sindipetro PR/SC, quando um sujeito sugeriu que a Comissão Eleitoral, que presido, estava sendo de alguma forma desonesta.
Pois que digam deste Ornitorrinco desvairado que todas as decisões e escolhas da minha vida foram completamente erradas, mas, puta que os pariu, não me chamem de desonesto, e sequer ousem, piazada de merda, sugerir um troço destes. Tudo o que posso e vou deixar para meus filhos e netos é minha militância e minha luta, meu legado modesto, mas do qual me orgulho. Respeitem-me: digam, se quiserem que errei completamente, mas não ousem sequer sugerir que agi de má-fé. Ou, dizendo de formam mais clara: no cu, pardal!
Chego em Antonina por volta de 18:30 e não tive tempo para preparar minha intervenção na sessão da Câmara Municipal, para falar sobre a refundação e retomada das atividades do Conselho Comunitário da Comarca, coisa prevista para as 19:30, de modo que fui pra lá meio "sem parpite", se me entendem.
Convidam-me, e ao Juiz de Direito da Comarca, para integrar a mesa, e lá ficamos durante a sessão toda, até nossas falações, e lembrei-me que, e acho que foi em 1989, o PT Estadual fez um Encontro no plenário da Assembléia Legislativa para deliberar nossa posição no segundo turno para governador, e a coisa era Requião ou Martinez. Presidi uma parte do encontro, lá daquela mesa de altura andina da Assembléia, no assento que hoje o Rossoni deposita seus glúteos e onde outros glutões de nádegas volumosas também pousaram suas pudibundas.
Uma delícia, meus amigos, uma delícia completa porque aquela foi a primeira e última reunião na qual eu consegui fazer com que os oradores respeitassem a porra do tempo de três minutos de falação. Simples assim: dali eu cortava o som do microfone e não tinha jeito, até mesmo o glorioso Doutor Rosinha, na época deputado estadual, eu enquadrei. Momentos, se me permitem, de exercício de poder e de controle: eu era o fodão.
Claro que, na segunda-feira, o gerente do Banco do Brasil me ligava para lembrar que o meu cheque ouro estava afundando, e minhas fantasias de poder, oh, estatelavam-se no chão, já que eu não conseguia cortar o som do gerentão que me enchia o saco. A propósito: erramos fragorosamente, digo eu hoje, vinte anos depois: decidimos pelo voto nulo, eu inclusive.
Voltando a vaca fria: de todo modo dei lá o meu modesto recado sobre o Conselho Comunitário da Comarca, e lembrei a todos os presentes que o próximo dia 8 de março será o primeiro Dia Internacional da Mulher que será comemorado, no Brasil, com Dilma Rousseff, guerrilheira e combatente da liberdade, ocupando a presidência da República.
Pois é, a esquerda fez isso. Nós fizemos.
Depois, mais tensão por problemas relacionados ao processo eleitoral do meu glorioso Sindipetro PR/SC, quando um sujeito sugeriu que a Comissão Eleitoral, que presido, estava sendo de alguma forma desonesta.
Pois que digam deste Ornitorrinco desvairado que todas as decisões e escolhas da minha vida foram completamente erradas, mas, puta que os pariu, não me chamem de desonesto, e sequer ousem, piazada de merda, sugerir um troço destes. Tudo o que posso e vou deixar para meus filhos e netos é minha militância e minha luta, meu legado modesto, mas do qual me orgulho. Respeitem-me: digam, se quiserem que errei completamente, mas não ousem sequer sugerir que agi de má-fé. Ou, dizendo de formam mais clara: no cu, pardal!
Chego em Antonina por volta de 18:30 e não tive tempo para preparar minha intervenção na sessão da Câmara Municipal, para falar sobre a refundação e retomada das atividades do Conselho Comunitário da Comarca, coisa prevista para as 19:30, de modo que fui pra lá meio "sem parpite", se me entendem.
Convidam-me, e ao Juiz de Direito da Comarca, para integrar a mesa, e lá ficamos durante a sessão toda, até nossas falações, e lembrei-me que, e acho que foi em 1989, o PT Estadual fez um Encontro no plenário da Assembléia Legislativa para deliberar nossa posição no segundo turno para governador, e a coisa era Requião ou Martinez. Presidi uma parte do encontro, lá daquela mesa de altura andina da Assembléia, no assento que hoje o Rossoni deposita seus glúteos e onde outros glutões de nádegas volumosas também pousaram suas pudibundas.
Uma delícia, meus amigos, uma delícia completa porque aquela foi a primeira e última reunião na qual eu consegui fazer com que os oradores respeitassem a porra do tempo de três minutos de falação. Simples assim: dali eu cortava o som do microfone e não tinha jeito, até mesmo o glorioso Doutor Rosinha, na época deputado estadual, eu enquadrei. Momentos, se me permitem, de exercício de poder e de controle: eu era o fodão.
Claro que, na segunda-feira, o gerente do Banco do Brasil me ligava para lembrar que o meu cheque ouro estava afundando, e minhas fantasias de poder, oh, estatelavam-se no chão, já que eu não conseguia cortar o som do gerentão que me enchia o saco. A propósito: erramos fragorosamente, digo eu hoje, vinte anos depois: decidimos pelo voto nulo, eu inclusive.
Voltando a vaca fria: de todo modo dei lá o meu modesto recado sobre o Conselho Comunitário da Comarca, e lembrei a todos os presentes que o próximo dia 8 de março será o primeiro Dia Internacional da Mulher que será comemorado, no Brasil, com Dilma Rousseff, guerrilheira e combatente da liberdade, ocupando a presidência da República.
Pois é, a esquerda fez isso. Nós fizemos.
