Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
Devo, em sumária cognição e liminarmente, deixar assente que vocês dois, ao fraudarem o sistema de justiça para perseguir Lula, são canalhas de manual, pulhas absolutos e escórias fedorentas, e tanto são que publicamente anunciaram apoio e voto em bolsonaro.
Em sendo assim, paranaense dos mais modestos e desimportantes, decido que vocês dois não me representam, até porque sei que trabalharão no Congresso contra os interesses do povo brasileiro e do Brasil, ou seja, não valem o quilo quase certo que deposito na privada, todos os dias, por volta das dez da manhã.
Espero que um dia Lula os processe e que vocês sejam obrigados a pagar uma grana lascada a ele.
Termino dizendo que tenha pena infinita dos filhos e filhas de vocês, e explico: sendo canalhas de manual, pulhas absolutos e escórias fedorentas, a escrotidão que os caracteriza não lhes dá nenhuma saída a não ser criar e educar seus filhos para que sejam iguaizinhos a vocês, vez que, fosse ao revés, um dia eles descobririam a verdade sobre vocês dois.
Reafirmo meu nojo e ódio a vocês dois, e fodam-se!
Podemos ver aqui que dias toffoli (assim mesmo, em letras minúsculas) confessou ter condenado José Genoíno, lá na farsa do Mensalão, mesmo convencido de sua inocência.
Toffoli, ministro do STF e José Genoino, ex-deputado e líder histórico do PT. FotomontagemNesta quinta-feira, 25/05, durante um julgamento no plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Dias Toffoli declarou que votou pela condenação de réus no caso do mensalão, mesmo acreditando que eles eram inocentes.
Toffoli explicou que sua decisão foi motivada pelo desejo de participar da definição das penas dos acusados, conhecida como “dosimetria” das penas, vez que, naquela ocasião, o STF determinou que apenas os ministros que votassem pela condenação poderiam participar dessa etapa do processo. Toffoli mencionou o caso do ex-presidente do PT, José Genoino, como um exemplo em que adotou essa postura.
As declarações de Toffoli foram feitas após o Supremo concluir o julgamento que resultou na condenação do ex-presidente e ex-senador Fernando Collor de Mello por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, em um processo derivado da Operação Lava-Jato. Em seguida, o plenário discutiu se ministros que votaram pela absolvição poderiam participar da dosimetria da pena. A decisão, por maioria, foi a favor dessa participação, com os ministros Edson Fachin e Luiz Fux ficando vencidos.
Toffoli explicou sua posição no julgamento do mensalão, mencionando que, naquela ocasião, ele, o ex-ministro Ayres Britto e o ministro Gilmar Mendes foram vencidos na proposta de permitir que ministros que absolvessem os réus também participassem da dosimetria das penas. Ele relatou que a maioria decidiu que aqueles que absolvessem não participariam dessa etapa e, como resultado, ele sentiu que precisava condenar alguns réus para ter o direito de influenciar na definição das penas.
Toffoli ressaltou que, no caso específico de José Genoino, votou pela condenação, mas propôs uma pena de 2 anos e 8 meses de prisão, o que tornaria a pena prescrita.
Ele destacou que a multa imposta a Genoino também foi reduzida, pois o ex-presidente do PT não obteve benefícios com o esquema de corrupção do mensalão. O ministro expressou sua opinião de que o colegiado do STF está corrigindo injustiças cometidas e que não deve ter vergonha de admitir erros judiciários.
Ele também enfatizou que, no julgamento do mensalão, lhe foi retirado o direito de absolver, e por isso votou pela condenação em alguns casos para poder participar da dosimetria e influenciar o processo.
Toffoli considera esse debate extremamente importante para o futuro e a justiça dos casos que serão julgados.
Nelson Rodrigues já dizia que “Por trás de todo paladino da moral vive um canalha”, lembra disso Deltan? Manifesto minha preocupação com seu futuro, vez que você é ex-procurador, ex-pau mandado de sergio moro, ex-proprietário de apartamentos do Programa Minha Casa Minha Vida, ex-deputado, mas, por óbvio, jamais será um ex-canalha, um ex-pulha, até porque de tais "qualidades" você jamais livrar-se-á.
Assim sendo apresento algumas proposições para sua vidinha de merda. Vamos lá, sujeitinho escroto?
Que tal abrir um escritório de advocacia com sergio moro, para venderem a picaretagem da tal da compliance? Afinal de contas vocês dois sabem tudo sobre como fraudar o devido processo legal, resultando que podem apresentar-se ao mercado como fraudadores notórios que, sendo canalhas e pulhas de escol, podem orientar as empresas a não serem como vocês, né não?
Que tal vocês dois denominarem o escritório como Moro & Dalagnol, Advogados Acumpliciados e Especialistas em Lawfare? Uma boa alternativa de marketing, seu merda, poderia ser Deltan Puglia & Moro Canaglia, Advogados Escrotos.
Sendo um fanático religioso de escol, que tal abrir uma igreja milagrenta para você pregar a tal da cosmovisão cristã? À maneira de Vito Corleone, apresento-lhe uma proposta irrecusável. Sou proprietário do domínio igrejadoevangelhosextavado.com.br, e ainda não abri a igreja, vez que o inexistente patifão esfumaçado que vocês chamam de deus até agora não me mandou sinal algum, de modo que você pode fazer-me propostas decentes, seu merda, que grana eu sei que você tem.