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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Ditadura gay e lepra? Não se assuste, em Levítico 14 o patifão esfumaçado ensina como resolver estas coisas


Como proclama o patifão esfumaçado que vive nas nuvens em Levítico 14, para derrotar a ditadura gay e curar a lepra faça assim, cristão em cristo: 

"Arrume dois gays. Mate um. Molhe o gay vivo no sangue do morto. Espirre o sangue do abominável sete vezes, e então solte um pássaro vivo no campo. Depois ache dois ateus e mate-os. Esfregue um pouco de seu sangue na orelha direita do paciente, e no dedo polegar do pé. Espirre o óleo sete vezes. Espirre óleo sete vezes e esfregue um pouco do óleo na orelha direita dele, no dedo polegar e no dedo polegar do pé. Finalmente, arrume um par de pombas. Mate uma. Molhe a ave viva no sangue da morta e espalhe pela casa. E, se nada disso resolver, procure a unidade de saúde mais próxima, abostado de merda que crê nestas instruções tão calhordas e sangrentas e, no caminho, mande o seu padre ou o seu pastor enfiarem o dedo no cu deles e no seu próprio e rasgar. Ó glória, ó menezes!"
(Lv 14:2-52]