Eu já havia falado sobre o ateísmo de German, meu formidável e inoxidável neto que vive aqui em casa.
Pois hoje, completa e justamente puto dentro das calças, contou-me o piazote que pais de alguns de seus amigos aqui do bairro proibiram que seus filhos brincassem com ele por ser ateu, condição que proclama sempre que acha necessário.
E há quem exija que eu respeite estas montanhas de merda fedida que são as religiões.
É obvio que meu ateísmo influenciou o meu menino, é óbvio que ele prestou atenção em mim. Mas eu nunca disse a ele que não fosse amigo de quem acredita em deus, o patifão esfumaçado, nunca disse a ele para não brincar com crianças que acreditam num deus tão completamente apatifado.
Mas os merdas obtusos, os merdas que falam nesta coisa abjeta e inexistente chamada "amor de deus", ah, estes cocozões são capazes de separar crianças em nome deste patife esfumaçado, deste patife filho da puta que vocês, cristãos, chamam de deus.
Tenho nojo derramado e definitivo desta fé obtusa que os impele a discriminar meu neto que, exatamente como seus filhos, estava apenas querendo brincar, seus merdas.
Vocês são completamente doentes, vão para a PUTA QUE OS PARIU!
Termino dizendo que German - ele me contou - disse aos meninos que amigos de verdade são amigos mesmo que não acreditem em deus, o que é prova acabada e robusta de que ele entendeu o sentido mesmo da vida, da amizade e do amor.
Permitam-me, cristãos de merda: meu neto está aprendendo a ser parte do mundo sendo o que é e aceitando quem dele discorda e aceitando a diferença.
Vocês, obtusamente doentios, enfiarão seus filhos não no mundo, mas em igrejas de intolerância, de ódio, de exclusão e de violência.
German Martins da Rocha, este seu avô destrambelhado está aqui com você. Incondicionalmente
Nós amamos. Eles odeiam.
Eles que se fodam em cristo!
Pois hoje, completa e justamente puto dentro das calças, contou-me o piazote que pais de alguns de seus amigos aqui do bairro proibiram que seus filhos brincassem com ele por ser ateu, condição que proclama sempre que acha necessário.
E há quem exija que eu respeite estas montanhas de merda fedida que são as religiões.
É obvio que meu ateísmo influenciou o meu menino, é óbvio que ele prestou atenção em mim. Mas eu nunca disse a ele que não fosse amigo de quem acredita em deus, o patifão esfumaçado, nunca disse a ele para não brincar com crianças que acreditam num deus tão completamente apatifado.
Mas os merdas obtusos, os merdas que falam nesta coisa abjeta e inexistente chamada "amor de deus", ah, estes cocozões são capazes de separar crianças em nome deste patife esfumaçado, deste patife filho da puta que vocês, cristãos, chamam de deus.
Tenho nojo derramado e definitivo desta fé obtusa que os impele a discriminar meu neto que, exatamente como seus filhos, estava apenas querendo brincar, seus merdas.
Vocês são completamente doentes, vão para a PUTA QUE OS PARIU!
Termino dizendo que German - ele me contou - disse aos meninos que amigos de verdade são amigos mesmo que não acreditem em deus, o que é prova acabada e robusta de que ele entendeu o sentido mesmo da vida, da amizade e do amor.
Permitam-me, cristãos de merda: meu neto está aprendendo a ser parte do mundo sendo o que é e aceitando quem dele discorda e aceitando a diferença.
Vocês, obtusamente doentios, enfiarão seus filhos não no mundo, mas em igrejas de intolerância, de ódio, de exclusão e de violência.
German Martins da Rocha, este seu avô destrambelhado está aqui com você. Incondicionalmente
Nós amamos. Eles odeiam.
Eles que se fodam em cristo!
