SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

E o patifão esfumaçado que vive nas nuvens fez o pênis enrolando um bolinho de barro

Uma certa e evangélica Dra. Izabel afirma que deus moldou o pênis do homem a partir do barro.

Vocês duvidam que uma doutora tenha dito isso? Pois vejam aqui, meninos e meninas.

Aquelas dobrinhas no pênis, diz a abostada com mestrado em cerâmica bíblica, não estão ali por acaso: foi o próprio patifão inexistente que, enrolando um pedacinho de barro, deu forma ao meu diminuto pintinho.

Porra, seu jaguara de camisolão, porque pegou o menor dos pelotes de barro para fazer o meu?

Vai te catar, seu inútil!

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Hitler , um ateu sem deus no coração? Parem com isso, cristãos

Copiei de Nelson Thomé
 

“Como um Cristão amoroso e como um homem, leio a passagem que nos conta como o Senhor finalmente se ergueu em Sua força e apanhou o azorrague para expulsar do Templo a raça de víboras. Como foi esplendida a sua luta em defesa do mundo e contra o veneno judeu. Hoje, depois de 2 mil anos, é com muita emoção que reconheço, mais profundamente do que nunca, o fato de que foi em nome disso que Ele teve que derramar Seu sangue na cruz. Como cristão tenho o dever de não me deixar enganar, tenho o dever de lutar pela verdade e pela justiça. E como homem, tenho o dever de zelar para que a sociedade humana não sofra o mesmo colapso catastrófico que sofreu a civilização do mundo antigo 2 mil anos atrás – uma civilização que foi levada a ruína por esse mesmo povo judeu.”
(Discurso do Adolf em 12 de abril de 1942, em Munique)