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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Poemas rompendo silêncios: quarta-feira, 09/02/2011

LIBERDADE PARA OS CINCO, JÁ!

Na Mixórdia de Cuba saiba mais

Martes, 9 de febrero de 2010
En mi soledad digo tu nombre
y sus letras son un sol naciente
entre las nubes de la alborada
donde con lumbre se abren las flores.
Al andar lo digo en las esquinas
que forja y deshace el pensamiento
y en mi soliloquio con tu nombre
ni luces ni sombras distingo.
Lo digo sin que nadie me escuche
en una voz de intima emoción
que apenas hiere el aire y el silencio.
A las preguntas del firmamento
respondo, levantando la vista
hasta la eternidad de tu nombre.

Terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Na solidão eu digo teu nome.
As letras são como um sol nascente
Entre nuvens do amanhecer,
Onde com a luz se abrem as flores.
Ao andar
Digo teu nome nas esquinas,
Que criam e desfazem meu pensamento.
E em meu solilóquio,
Com teu nome,
Nem luzes, nem sombras eu enxergo.
Digo-o sem ninguém que o escute,
Numa voz de íntima emoção
Que apenas fere o ar e o silêncio.
Às perguntas do firmamento
Respondo, levantando a vista,
Até a eternidade
Do teu nome…

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