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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Meu saco enrugado e cheio, a ponto de estourar, merece respeito

Mais um dia de internet instável. 
Mais um dia pagando por um serviço de merda produzido por gerentes e diretores de merda.
Mais uma tentativa para resolver o problema no 10314 da OI.
Mais um dia falando com trabalhadores que, na ponta, no mais das vezes terceirizados, são obrigados a ouvir gente de saco cheio por problemas que eles não criaram e que não podem resolver. 
Os gerentes de merda e os diretores muito bem remunerados, bem, esses a gente nunca alcança, até porque nos fornecem um "numerozão" de protocolo que, vejam a bela coincidência, tem sempre lá no meio um código de área diferente: pode ser 11 (São Paulo), ou 41 (Curitiba), ou 71 (Belo Horizonte) Horizonte), eeu tenho hoje mais de seis protocolos. É a máfia se escondendo.
Mais um dia de merda submetido à merda empresarial da OI e seus diretores e gerentes safadinhos que ganham bônus cacarejando ovos que jamais serão entregues.

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Fui atender, bem agora, uma porra de
um telefonema da imundície da OI e dos gerentes de merda que produzem as pegadinhas que as telefônicas da vida inventam todos os dias, e impunemente.
Inacreditável: a OI descobriu que a porra do problema não é da OI e dos seus gerentes enganadores e safadinhos, o problema é do meu "sistema" ou merda assemelhada.
Perguntei se poderiam enviar-me a gravação desta conversa e o menino - pobre menino, tendo que aguentar o meu mau humor escatológico - me informa que "esta" gravação não estava sendo gravada. O nome disso, gerentes lazarentos, é ocultação de provas. Vocês me dão nojo.
Os lazarentos dos gerentes da OI vendem merda em pó e "descobrem", depois das minhas reclamações sobre o atraso da entrega da merda em pó prometida que a culpa é minha. São todos uns lazarentos. São todos uns safados. Ganham dinheiro e bônus inventando pegadinhas e sacanagens e tanto sabem disso que, de quando em vez, uma das arapucas (Telefônica, Embratel, Vivo ou merdas assemelhadas) inventa uma promoção e avisa que "essa não tem pegadinha", ou seja, os safados dos gerentes e diretores reunem-se e e discutem precisa e exatamente sobre como enganar as pessoas. Bando de filhos-da-puta.

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Pois é, amiga Rô, pois é. Gerentes da OI, da Telefônica, e das imundícies que atendem por outros nomes são, apenas técnicamente, trabalhadores destas empresas.

Essa tropa não fará nunca nenhuma greve, seus integrantes jamais apoiarão as ações do sindicato - ao contrário, ostensivamente mostrarão para a diretoria o quanto são confiáveis. 

Fazem opções, minha cara amiga. Pois que paguem o preço, até porque recebem bônus pelos serviços prestados.

Conheço esta gente desde os tempos da Petrobras: intimidavam, inventavam, fodiam os trabalhadores, nunca faziam greve mas, quando a gente conquistava alguma coisa todos eles, ó, safadinhos, sorriam no fim do mês ao ver o contra-cheque um pouco mais gordo.

Eu faço as minhas opções e pago o preço devido.

Esses safadinhos que paguem também.

2 comentários:

Rosangela Basso disse...

Pois é meu amigo! Eu muitas vezes brigo com essas pessoas, mas primeiro me certifico perguntando se a conversa está sendo gravada, pq quero que grave e mostre pra quem de direito. Pois nesse mundo capitalista, muitos odeiam o que fazem, porém têm que fazer para não ficar desempregado. To ficando "véia" e um pouquinho mole.

PAULO R. CEQUINEL disse...

Endurecer sem perder a ternura, minha querida amiga, esse é jogo. Estamos todos fazendo isso, o tempo todo, desde sempre.
Mais do que você imagina, sou muito mais "mole" do que você.
Mas não perdoarei aqueles que fazem suas opções e, não duvide, tem muita gente que sabe precisamente o que está fazendo.
Os gerentes e diretores das teles sabem muito bem o que estão a fazer.
Que não se escondam no biombo confortável do capitalismo.
De todo modo, deixei claro em minha última postagem algumas coisinhas, em homenagem a você.
Paulo Roberto Sweet Cequinel
The Malemolente Ornitorrinco Co.