SOBRE O BLOGUEIRO

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Antonina, Litoral do Paraná, Palestine
Petroleiro aposentado e petista no exílio, usuário dos óculos de pangloss, da gloriosa pomada belladona, da emulsão scott e das pílulas do doutor ross, considero o suflê de chuchu apenas vã tentativa de assar o ar e, erguido em retumbante sucesso físico, descobri que uma batata distraída não passa de um tubérculo desatento. Entre sinos bimbalhantes, pássaros pipilantes, vereadores esotéricos, profetas do passado e áulicos feitos na china, persigo o consenso alegórico e meus dias escorrem em relativo sossego. Comendo minhas goiabinhas regulamentares, busco a tranqüilidade siamesa e quero ser presidente por um dia para assim entender as aflições das camadas menos favorecidas pelas propinas democráticas.
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sábado, 17 de março de 2012

O novo manda-chuva dos portos do Paraná, a faca e o queijo, a raposa e as uvas, o padre e a missa, o fiofó e as calças e vick vaporub, o descongestionante de processos logísticos

O Serviço de Alto Falantes Ornitorrinco (SAFO), hoje muito interessado em logística portuária, retro-porto, porto ecológico, porto da gente, porto de cima, porto sustentável, porto amazonas, balas de banana e em barracões de fertilizantes, saúda os presentes nesta grandiosa quermesse em louvor de Nossa Senhora dos Fertilizantes e, só para constar e deixar registro, afirma que a cada mudança na APPA alguns capelistas ficam alvoroçados, e caem de joelhos, e erguem as mãos para o céu, agora vai, é a redenção, estamos salvos, tudo porque o novo executivo fala algumas palavras genéricas e anódinas que até minha cacholinha desidratada é capaz de proferir quando não tenho nada de importante para dizer, o que é uma constante em minha vida, aliás. 
De todo modo, o SAFO gosta de saber que ele pretende "descongestionar os procedimentos logísticos", e imagina que seu primeiro processo licitatório dará conta da compra de algumas toneladas de vick vaporub, o que deixará a área portuária com um cheirinho agradável, pelo menos.
Mas é bom a gente não esquecer que Dividino tem relação com o barracão ora embargado ali no Barigui porque a obra ilegal estava sendo feita com alvará expedido em nome da Fortesolo, pelo que sei. 
Tomando só mais um pouquinho do seu tempo, o SAFO pede que todos olhem com atenção a foto lá de baixo. 
Bem no centro, Luis Carlos Polaco que é, ao mesmo tempo, tudo junto e misturado, nobre vereador, empresário de elevado e merecido sucesso e formidável liderança dos trabalhadores (o sindicato dele é tão phodão e poderoso que obrigou a Ponta do Félix/Fortesolo a instalar sua sede em pleno terminal, coisa que os sindicatos de petroleiros, alguns com mais de 50 anos de luta, jamais conseguiram com a Petrobras), o nobre vereador, dizíamos, está muito feliz e sorridente, como sempre.
Antonina pode não ganhar porra nenhuma, mas o vereador/empresário/sindicalista com certeza vai ganhar, ou continuar ganhando, tudo graças aos seus indiscutíveis talentos políticos, sindicais e empresariais que nós, ocupantes dos andares de baixo do edifício social, devemos sempre louvar e admirar.
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Copiei do Blog do Rosil
Dividino e o Governador
A superintendência da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) terá um novo superintendente a partir da próxima segunda-feira (19). O administrador de empresas Luiz Henrique Dividino foi indicado pelo governador Beto Richa e substitui Airton Maron no cargo. 
O secretário da Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, afirmou que o processo de transição no porto ocorre em ambiente tranqüilo, de muito diálogo e abertura. “Estamos aproveitando um profissional com muita experiência para impor um ritmo mais acelerado aos projetos. Queremos ter o quanto antes, um porto mais moderno e mais ágil”, disse. 
O novo superintendente elogiou os projetos do governo para os portos de Paranaguá e Antonina. Segundo ele, haverá total empenho para trazer as respostas esperadas pelos usuários do terminal marítimo. 
“A iniciativa privada espera um ritmo forte de investimentos e é isso que vamos fazer”, disse Dividino. Segundo ele, entre as prioridades estão descongestionar e acelerar os procedimentos logísticos e promover mudanças em processos e equipamentos. 
Dividino disse que também vai trabalhar na reativação do porto de Antonina. “Há espaço para o porto de Antonina e o governo já está trabalhando nisso, trazendo empresas”.

Tudo em casa, o futuro está traçado

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Sardinhas-xingó e tucanos-sem-cargo

Sardinhas-xingó que teriam sido descartadas pelo suposto barco com suposta placa da suposta cidade do suposto estado do Paraná
Supostos tucanos-sem-cargo,, supostamente desarvorados, choram suas supostas mágoas

O Ornitorrinco, como sempre desocupado, leu n’O Estado de Antonina, edição de 11/01/2011 que, para o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), peixes e alguns políticos exóticos foram simplesmente descartados na baía e na APPA (Administração dos Portos de Paranaguá e de Antonina).
O Instituto divulgou uma nota oficial na tarde de ontem afirmando que o descarte de peixes e de espécimes exóticas na APPA é a hipótese mais provável para explicar o aparecimento de sardinhas-xingó mortas e de tucanos-sem-cargo completamente desorientados nas Baías de Paranaguá e Antonina. Segundo o órgão, a tese é reforçada pelo fato de que os peixes não teriam interesse comercial por causa do tamanho e que os políticos exóticos não tem a mais remota idéia sobre administração portuária.
Um navio pesqueiro, com placas de Curitiba e que seria supostamente comandando por um pescador denominado “Beto”, foi visto perto da Ilha do Mel na madrugada de 29 para 30 de dezembro, o que também reforça a hipótese de descarte, segundo os órgãos ambientais. Pescadores de Paranaguá e a população de Antonina, especialmente as diferentes espécies de tucanos, passaram a sentir cheiro forte na água no último dia 30 e, desde então, os animais apareceram mortos e milhares de tucanos não sabiam para onde ir, e muitos rezavam por são josé serra atingido.
Já a prefeitura de Paranaguá afirmou acreditar que a mortandade dos peixes e a confusão mental dos tucanos-sem-cargo tenham sido ocasionadas pelo derramamento de produtos químicos na água, talvez substâncias búlgaro-comuno-abortivas, de origem ainda incerta, disse fonte do governo municipal. Sobre a embarcação pesqueira citada pelos órgãos ambientais, a prefeitura argumentou que se tratava de um barco carregado com camarões, peemedebistas desgarrados, demistas afoitos e não com peixes.