Leio interessante reportagem da Veja São Paulo sobre um curso de formação de pastores organizado por Silas Malafaia.
Da longa reportagem (veja o inteiro teor aqui), pincei esta preciosidade, que nos informa que na cidade de São Paulo "... atuam aproximadamente 30.000 líderes da religião, segundo estimativa do Sindicato dos Ministros de Cultos Religiosos Evangélicos e Trabalhadores Assemelhados do Estado de São Paulo. Criada em 1999, a entidade surgiu com o objetivo de garantir os direitos trabalhistas da categoria. “Para não aumentarem seus custos, alguns donos de igrejas não remuneravam de forma adequada, e a Justiça demorou a aceitar que essa era uma profissão como as outras, com direitos e deveres da parte do empregador e do empregado”, explica José Lauro Coutinho, pastor da Assembleia de Deus e fundador do sindicato. Segundo seus cálculos, cerca de cinquenta evangelizadores moveram ações nos últimos dez anos cobrando dívidas e pedindo indenizações. (Os destaques são meus)
Como já fui (modesto) sindicalista na CUT e no Sindipetro PR/SC, minha cacholinha de poucas e bruxuleantes luzes entra em parafuso e pergunta para o presidente José Lauro Coutinho, do sindicatão ungido: "companheiro" presidente, se vocês curam, nos seus cultos de seborréia a câncer no pulmão, anulam dívidas e até conseguem dar padrão de jogo pro atlético paranaense, não seria mais fácil apresentar a pauta de reivindicações diretamente ao patifão esfumaçado que vive nas nuvens, de modo que ele falasse diretamente com ospilantras, ops, patrões das diferentes denominações evangélicas? Por que submeter suas demandas à sobrecarregada Justiça do Trabalho?
Ao fim e a cabo, o sindicato de vocês prova que a Justiça do Trabalho faz coisas das quais até deus duvida, não é mesmo?
Da longa reportagem (veja o inteiro teor aqui), pincei esta preciosidade, que nos informa que na cidade de São Paulo "... atuam aproximadamente 30.000 líderes da religião, segundo estimativa do Sindicato dos Ministros de Cultos Religiosos Evangélicos e Trabalhadores Assemelhados do Estado de São Paulo. Criada em 1999, a entidade surgiu com o objetivo de garantir os direitos trabalhistas da categoria. “Para não aumentarem seus custos, alguns donos de igrejas não remuneravam de forma adequada, e a Justiça demorou a aceitar que essa era uma profissão como as outras, com direitos e deveres da parte do empregador e do empregado”, explica José Lauro Coutinho, pastor da Assembleia de Deus e fundador do sindicato. Segundo seus cálculos, cerca de cinquenta evangelizadores moveram ações nos últimos dez anos cobrando dívidas e pedindo indenizações. (Os destaques são meus)
Como já fui (modesto) sindicalista na CUT e no Sindipetro PR/SC, minha cacholinha de poucas e bruxuleantes luzes entra em parafuso e pergunta para o presidente José Lauro Coutinho, do sindicatão ungido: "companheiro" presidente, se vocês curam, nos seus cultos de seborréia a câncer no pulmão, anulam dívidas e até conseguem dar padrão de jogo pro atlético paranaense, não seria mais fácil apresentar a pauta de reivindicações diretamente ao patifão esfumaçado que vive nas nuvens, de modo que ele falasse diretamente com os
Ao fim e a cabo, o sindicato de vocês prova que a Justiça do Trabalho faz coisas das quais até deus duvida, não é mesmo?
